A institucionalização da participação do Estado na economia brasileira (1930-1980)
DOI:
https://doi.org/10.34140/bjbv7n3-007Palavras-chave:
estado, instituições, crescimento econômico, desenvolvimentoResumo
Este artigo apresenta a fundamentação teórica e a evolução da institucionalização da participação ativa do Estado na economia brasileira, através do planejamento econômico e das empresas estatais, no período de 1930 a 1980. Fundamenta-se teoricamente na Nova Economia Institucional de Douglass North, que atribui um papel relevante ao Estado na criação de instituições e organizações consideradas essenciais para o crescimento econômico. Nesse sentido, o estudo apresenta algumas das instituições formais criadas a partir de 1930 e descreve a evolução do planejamento econômico e das principais empresas estatais criadas ao longo do período. Conclui-se que as mudanças institucionais, a criação de organismos públicos e o papel do Estado na definição das regras do jogo e na atuação como Estado-Empreendedor e no âmbito do planejamento econômico, influenciaram direta e indiretamente na tomada de decisões dos agentes econômicos para a alocação dos recursos da economia e nesse sentido foram determinantes do processo de crescimento econômico e desenvolvimento do país.
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