A contribuição regional das feiras de artesanato na cidade de São Paulo
The regional contribution of craft fairs in the city of São Paulo
DOI:
https://doi.org/10.34140/bjbv4n4-072Palavras-chave:
Administração, Feira de Artesanato, Instrumentos GerenciaisResumo
O presente estudo se baseia em dois temas distintos que foram unidos por força das exigências de um mercado cada vez mais competitivo: a administração e as feiras de artesanato. Dentre as inúmeras propostas a que serve a administração, destacam-se aspectos que se referem aos conhecimentos básicos necessários a um administrador de um pequeno negócio e as possíveis dificuldades que encontra em permanecer administrador e, por outro lado, estão as feiras de artesanato, consideradas como um diferencial turístico crescente, que vem atraindo um público cada vez maior. Considerando-se o contexto expressivo e abrangente da administração e a inegável importância que têm as feiras de artesanato na realidade turística e econômica da cidade de São Paulo e dos expositores, originaram-se as diretrizes deste estudo, o qual consiste na elaboração de um perfil das carências dos expositores da feira de artesanato do Trianon, investigando as possíveis deficiências nos conhecimentos sobre instrumentos gerenciais e dificuldades que enfrentam no cotidiano das feiras. Sendo assim, este estudo de caso se caracteriza por uma pesquisa de campo que demonstra qualitativamente o perfil administrativo de um expositor em uma feira de artesanato e tece algumas considerações sobre propostas que venham a contribuir para o desenvolvimento de um pequeno negócio. Desta forma, o estudo alicerça-se em uma nova aplicação dos conceitos da administração, que é a sua aplicabilidade na realidade de uma feira de artesanato, para que no atual e futuro cenário de competições, haja cada vez mais profissionalismo, satisfação dos clientes, autonomia econômica dos expositores e uma difusão dos resultados levantados, que é a possibilidade de uma divulgação ou intervenção maciça nas sete feiras de artesanato oficiais da cidade de São Paulo, por meio dos órgãos competentes como o EMBRATUR, o SEBRAE e a Prefeitura Municipal de São Paulo.
Referências
BARNEY, J.B.; HESTERLY, W.S. Administração estratégica: vantagem competitiva. São Paulo: Pearson, 2008.
BARROS, B. T.de; PRATES, M. A. S. O estilo brasileiro de administrar. São Paulo: Atlas, 2007.
FOURNIES, Ferdinand F. Por que os clientes nunca fazem o que você gostaria que eles fizessem...E o que fazer a respeito. São Paulo: Makron, 1995.
GONÇALVES, A.; KOPROWSKI, S. O. Pequena empresa no Brasil. São Paulo: Universidade de São Paulo, 1995.
KOTLER, Philip. Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e controle. 12.ed. São Paulo: Atlas, 2006.
LISBOA, Teresinha Covas. Gestão de pessoas em pequenas empresas: um novo modelo. Administração de organizações complexas. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2009, p. 155-173. MORRIS, M.J. Iniciando uma pequena empresa com sucesso. São Paulo: Makron, 1991.
PARENTE, Juracy. Varejo no Brasil: gestão e estratégia. São Paulo: Atlas, 2010. PREFEITURA DA CIDADE DE SÃO PAULO. São Paulo em indicadores e metas – Metas para São Paulo 2009-2012. Disponível em:
<http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/files/saopaulo_indicadores_metas.pdf>. Acesso em: 09 de julho de 2010.
RESNIK, Paul. A Bíblia da pequena empresa: como iniciar com segurança sua pequena empresa e ser muito bem-sucedido. São Paulo: Makron, 1990.
SAMARA, B. S.; BARROS, J. C. de. Pesquisa de marketing: conceitos e metodologia. São Paulo: Makron, 2006.
SEMENIK, R. J; BAMOSY, G. J. Princípios de marketing: uma perspectiva global. São Paulo: Makron, 1995.
TEIXEIRA, R. M.. Gestão de marketing em pequenos empreendimentos hoteleiros. Turismo em Análise, São Paulo, v.15, n.1, p.22-41, maio, 2004. Editora Aleph / ECA/USP. YANAZE, Mitsuru H.; CREPALDI, U.. Como medir o retorno. In: YANAZE, Mitsuru H. (Org.). Gestão de marketing e comunicação. São Paulo: Atlas, 2006, p. 382-397.
