Inteligência emocional na escola: educando crianças para lidar com frustrações

Autores

  • Eliana Oliveira Arminio
  • Caroline Canhati Farias
  • Josiane Rodrigues da Silva
  • Eliziane Paula da Silva Voss
  • Sandra Polidorio Cardoso
  • Crystiane Alcanfor Marra
  • Sônia Leite da Silva
  • Alda Cristiane de Oliveira Olivetto
  • Nadir Mendes da Silva

DOI:

https://doi.org/10.34140/bjbv8n3-031

Palavras-chave:

inteligência emocional, educação infantil, frustração, desenvolvimento infantil, práticas pedagógicas

Resumo

Este artigo discute a importância da inteligência emocional no contexto escolar, com foco no desenvolvimento de habilidades para que crianças lidem com frustrações. A pesquisa, de natureza bibliográfica, fundamenta-se em autores como Daniel Goleman, Wallon, Vygotsky e Winnicott. O estudo aponta que a escola, além de transmitir conteúdos, possui papel fundamental na formação socioemocional. Crianças que aprendem a reconhecer e nomear suas emoções apresentam maior capacidade de autorregulação, empatia e resolução de conflitos. Conclui-se que práticas pedagógicas que valorizam a escuta, o acolhimento e a educação emocional contribuem para a prevenção de comportamentos agressivos e para o desenvolvimento integral.

Referências

GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional: a teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente. 2. ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.

VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 7. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007.

WALLON, Henri. A evolução psicológica da criança. São Paulo: Martins Fontes, 2007.

WINNICOTT, D. W. A criança e o seu mundo. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1982.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular - BNCC. Brasília: MEC, 2018.

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Publicado

2026-07-15

Como Citar

Arminio, E. O., Farias, C. C., Silva, J. R. da, Voss, E. P. da S., Cardoso, S. P., Marra, C. A., Silva, S. L. da, Olivetto, A. C. de O., & Silva, N. M. da. (2026). Inteligência emocional na escola: educando crianças para lidar com frustrações. Brazilian Journal of Business, 8(3), e88304. https://doi.org/10.34140/bjbv8n3-031

Edição

Seção

Artigos