Inteligência emocional na escola: educando crianças para lidar com frustrações
DOI:
https://doi.org/10.34140/bjbv8n3-031Palavras-chave:
inteligência emocional, educação infantil, frustração, desenvolvimento infantil, práticas pedagógicasResumo
Este artigo discute a importância da inteligência emocional no contexto escolar, com foco no desenvolvimento de habilidades para que crianças lidem com frustrações. A pesquisa, de natureza bibliográfica, fundamenta-se em autores como Daniel Goleman, Wallon, Vygotsky e Winnicott. O estudo aponta que a escola, além de transmitir conteúdos, possui papel fundamental na formação socioemocional. Crianças que aprendem a reconhecer e nomear suas emoções apresentam maior capacidade de autorregulação, empatia e resolução de conflitos. Conclui-se que práticas pedagógicas que valorizam a escuta, o acolhimento e a educação emocional contribuem para a prevenção de comportamentos agressivos e para o desenvolvimento integral.
Referências
GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional: a teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente. 2. ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.
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BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular - BNCC. Brasília: MEC, 2018.
