Alta sensibilidade na infância e adolescência: desafios e possibilidades para a escola contemporânea

Autores

  • Gilda Maria Sandes Veloso

DOI:

https://doi.org/10.34140/bjbv7n4-084

Palavras-chave:

alta sensibilidade, infância, adolescência, educação, desenvolvimento emocional

Resumo

Este artigo aborda a Alta Sensibilidade durante a infância e adolescência como uma característica biopsicossocial que impacta diretamente o desenvolvimento emocional, cognitivo e educacional de muitos alunos. Apesar de ser um conceito reconhecido na literatura científica global, sua compreensão ainda é limitada nas escolas brasileiras, resultando em sobrecarga sensorial, dificuldades em autorregulação e efeitos adversos no processo de ensino-aprendizagem. A análise revela que métodos pedagógicos convencionais, combinados com ambientes barulhentos e altas demandas emocionais, prejudicam crianças e adolescentes com alta sensibilidade, elevando os níveis de estresse, ansiedade e isolamento. Por outro lado, ambientes harmônicos, laços afetivos e abordagens que respeitam a subjetividade promovem melhor desempenho, criatividade e envolvimento. Há uma clara necessidade de capacitação dos educadores, ajustes sensoriais e práticas mais humanizadas. Assim, reconhecer a Alta Sensibilidade se mostra essencial para a construção de uma escola mais inclusiva e que atenda às necessidades atuais.

   

Biografia do Autor

Gilda Maria Sandes Veloso

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Publicado

2025-12-03

Como Citar

Veloso, G. M. S. (2025). Alta sensibilidade na infância e adolescência: desafios e possibilidades para a escola contemporânea. Brazilian Journal of Business, 7(4), e84283. https://doi.org/10.34140/bjbv7n4-084

Edição

Seção

Artigos