Utilização do DDG em fábricas de ração na zona da mata mineira

Autores

  • Mayara Helena Teixeira
  • Poliana Mariano Fernandes
  • Rafael Monteiro Araújo Teixeira
  • Valdir Botega Tavares
  • Gloria Maria Brivio Quintão
  • Arnaldo Prata Neiva Júnior

DOI:

https://doi.org/10.34188/bjaerv9n2-006

Palavras-chave:

coproduto, nutrição animal, ração comercial

Resumo

Com o levantamento de dados, da Zona da Mata Mineira entre agosto e outubro de 2023, objetivou-se analisar a incorporação do coproduto Grãos Secos de Destilaria (DDG) nas formulações de rações comerciais. A identificação das fábricas de ração foi através de uma solicitação diretamente com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), onde forneceram informações como o nome registrado das fábricas e as cidades que se encontram. Foram identificadas 38 fábricas onde foram contatadas através de email e ligações para as respostas de um questionário online disponibilizado pelo google forms contendo perguntas relacionadas ao uso do DDG nas formulações de ração. Em relação ao responsável técnico das fábricas, nota-se que 54% delas têm um zootecnista nesta função, enquanto 42% é um médico veterinário. Quanto a utilização DDG, 63% não utilizam e 29% utilizam 1-3 anos e 8% menos de 1 ano. A origem desse coproduto utilizado 65% provém de Mato Grosso – MT e 35% Mato Grosso do Sul. A razão para a fábrica utilizar o DDG segundo o responsável técnico é a redução de custo nos produtos. Dessa forma, conclui-se que 37% das fábricas de ração da Zona da Mata Mineira utilizam o DDG nas formulações de rações comerciais.

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Publicado

2026-04-06

Como Citar

Teixeira, M. H., Fernandes, P. M., Teixeira, R. M. A., Tavares , V. B., Quintão, G. M. B., & Neiva Júnior, A. P. (2026). Utilização do DDG em fábricas de ração na zona da mata mineira. Brazilian Journal of Animal and Environmental Research, 9(2), e86531. https://doi.org/10.34188/bjaerv9n2-006

Edição

Seção

Artigos originais