Alternativas de extração da casca do Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville para produção de tanino

Alternatives for extraction the bark of Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville for tannin production

Autores

  • Ademilson Coneglian
  • Yago César Rodrigues Morais
  • Anderson Rodrigo da Silva
  • Carlos Sette Júnior
  • Ismael Martins Pereira

DOI:

https://doi.org/10.34188/bjaerv6n2-076

Palavras-chave:

extrativismo, manejo de plantas nativas, Cerrado, Anderson Rodrigo da Silva

Resumo

O Stryphnodendron adstringens (barbatimão) é um arbusto de ocorrência no bioma Cerrado, cuja a casca é usada na medicina tradicional. O estudo objetivou quantificar os teores de taninos extraídos da casca do barbatimão de diferentes partes da planta e tempos de fervura: T1 - casca dos ramos; T2 - casca intercalada do fuste (5x20 cm de largura e comprimento); T3 - casca contínua do fuste (5 cm de largura x altura do fuste, > 1 m de altura). Foram amostrados 10 indivíduos, avaliando-se os tratamentos nos tempos de fervura 1, 2, 3 e 4 horas para obtenção de material tânico. Determinou-se o Índice de Stiasny (IS), taninos condensados na casca (TCC) e teor total de extrativos (TE), com delineamento experimental em esquema fatorial 3 x 4, e modelos de regressão ajustados em função do tempo de fervura, com 95% de confiança. O tratamento T3, no tempo de 4 horas de fervura foi estatisticamente significativo e superior ao T1 e T2. Entretanto, o T3 é um método de extração predatório, com risco de mortalidade de plantas. Uma alternativa sustentável, conforme os protocolos legais do extrativismo da espécie é o uso dos ramos da copa (T1) com 1 hora de extração.

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Publicado

2023-06-27

Como Citar

Coneglian, A., Morais, Y. C. R., da Silva, A. R., Sette Júnior, C., & Pereira, I. M. (2023). Alternativas de extração da casca do Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville para produção de tanino: Alternatives for extraction the bark of Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville for tannin production . Brazilian Journal of Animal and Environmental Research, 6(2), 1897–1909. https://doi.org/10.34188/bjaerv6n2-076

Edição

Seção

Artigos originais