Alternativas de extração da casca do Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville para produção de tanino
Alternatives for extraction the bark of Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville for tannin production
DOI:
https://doi.org/10.34188/bjaerv6n2-076Palavras-chave:
extrativismo, manejo de plantas nativas, Cerrado, Anderson Rodrigo da SilvaResumo
O Stryphnodendron adstringens (barbatimão) é um arbusto de ocorrência no bioma Cerrado, cuja a casca é usada na medicina tradicional. O estudo objetivou quantificar os teores de taninos extraídos da casca do barbatimão de diferentes partes da planta e tempos de fervura: T1 - casca dos ramos; T2 - casca intercalada do fuste (5x20 cm de largura e comprimento); T3 - casca contínua do fuste (5 cm de largura x altura do fuste, > 1 m de altura). Foram amostrados 10 indivíduos, avaliando-se os tratamentos nos tempos de fervura 1, 2, 3 e 4 horas para obtenção de material tânico. Determinou-se o Índice de Stiasny (IS), taninos condensados na casca (TCC) e teor total de extrativos (TE), com delineamento experimental em esquema fatorial 3 x 4, e modelos de regressão ajustados em função do tempo de fervura, com 95% de confiança. O tratamento T3, no tempo de 4 horas de fervura foi estatisticamente significativo e superior ao T1 e T2. Entretanto, o T3 é um método de extração predatório, com risco de mortalidade de plantas. Uma alternativa sustentável, conforme os protocolos legais do extrativismo da espécie é o uso dos ramos da copa (T1) com 1 hora de extração.
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