Dor articular na atenção primária à saúde: uma análise epidemiológica, desafíos diagnósticos e estratégias de intervenção multidisciplinar no Brasil
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv12n7-053Keywords:
dor articular, atenção primária à saúde, reumatologia, saúde coletiva, protocolos clínicosAbstract
Considerando que a dor articular é uma das queixas mais prevalentes e incapacitantes na prática clínica diária, exercendo um impacto substancial sobre a produtividade laboral e a saúde mental dos indivíduos (Justificativa/Problema), objetiva-se analisar as causas mais frequentes de dor articular na Atenção Primária à Saúde (APS) sob uma perspectiva epidemiológica, diagnóstica e terapêutica integrada. Para tanto, procede-se à revisão crítica da literatura científica recente e das diretrizes estabelecidas pelas sociedades de especialidades médicas brasileiras e internacionais. Desse modo, observa-se que patologias degenerativas como a osteoartrite, síndromes complexas como a fibromialgia, artropatias por deposição de cristais, manifestações autoimunes e sequelas pós-infecciosas representam os principais desafios diagnósticos no primeiro contato com o paciente, frequentemente agravados pela polifarmácia e pelo subdiagnóstico de condições raras, o que permite concluir que a implementação de linhas de cuidado multidisciplinares estruturadas e a capacitação contínua das equipes da APS são fundamentais para otimizar os desfechos clínicos, reduzir encaminhamentos desnecessários e promover a sustentabilidade do sistema público de saúde.
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