A promoção do direito social à educação decolonial pela escola de samba beija flor de Nilópolis no desfile de 2018: Crítica literária e social / Promotion of social right to decolonial education by the samba beija flor de Nilópolis school at the 2018 parade: Literary and social criticism
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv6n3-478Keywords:
Decolonialidade, Educação, Direito e Arte, Escolas de Samba.Abstract
O presente artigo tem por objetivo demonstrar a efetivação do direito social à educação decolonial, por meio da crítica literária e social, no desfile de 2018 da Escola de Samba Beija Flor de Nilópolis. Trata-se de uma pesquisa desenvolvida na área dos Direitos Sociais, à luz do pensamento decolonial. O método utilizado é o indutivo. No primeiro capítulo, por meio de pesquisa bibliográfica, é feita uma caracterização da colonialidade no Brasil. No segundo capítulo, realiza-se um breve apanhado histórico das escolas de samba brasileiras, ressaltando-se sua subalternização pelo conhecimento moderno e sua potencialidade decolonial. No terceiro capítulo, analisa-se sob a ótica do direito à educação, o desfile apresentado no carnaval do Rio de Janeiro no ano de 2018 pela Escola de Samba Beija Flor de Nilópolis, quando aproximou o romance de Frankenstein ou Prometeu moderno com as mazelas sociais brasileiras. Ao final, conclui-se que a Escola de Samba Beija-Flor de Nilópolis, no ano de 2018, cumpriu o seu papel social de promover o direito social à educação, mediante um viés decolonial, através da reflexão e crítica acerca da realidade brasileira a partir da obra literária da autora inglesa Mary Shelley.
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