Biomarcadores-chave na fisiopatologia da Doença de Alzheimer
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv11n4-032Keywords:
Doença de Alzheimer, biomarcadores, proteína tau, beta-amiloide, neurodegeneraçãoAbstract
A Doença de Alzheimer (DA) representa uma condição neurodegenerativa marcada pela deterioração gradual dos neurônios. Essa degeneração leva ao surgimento de déficits cognitivos progressivos, incluindo perda de memória (que dificultam a execução de tarefas complexas e resultam em graves dificuldades funcionais), dificuldades na linguagem e mudanças comportamentais. Trata-se da forma mais comum de demência neurodegenerativa entre os idosos. O diagnóstico precoce da DA é crucial para um tratamento adequado e para a eficácia dos métodos terapêuticos. Nesse cenário, os biomarcadores desempenham um papel vital, funcionando como indicadores biológicos que ajudam na detecção precoce da doença. As proteínas Beta-Amiloide (Aβ), Tau e Tau Fosforilada são os biomarcadores mais investigados neste contexto. A Beta-Amiloide está relacionada à formação de placas no cérebro, enquanto a Tau, especialmente na sua forma Fosforilada, tende a se acumular em emaranhados, ambos comprometendo a função neuronal. O avanço das pesquisas sobre essas proteínas tem proporcionado uma compreensão mais aprofundada da doença e tem auxiliado na otimização das estratégias de diagnóstico.
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