“A sensação e dimensão espacial cometida pelos elementos plásticos”
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv11n4-001Keywords:
desenho, sensação, espaço, arquitecturaAbstract
O desenho, o mais ancestral meio de expressão, de representação e de comunicação das ideias, é conhecido como o vocábulo que materializa determinado conceito numa imagem; meio pelo qual o homem tem paulatinamente desenvolvido a linguagem visual e acompanhando a história do homem a par com os próprios desenvolvimentos conceptuais. Na história da arquitectura, igualmente, o desenho sempre se entendeu como o meio mais idóneo para a representação das ideias. Como se sabe, desde Vitrúvio que se recomendava três modos de representação do espaço. No entanto, a singularidade do Desenho não se reconhece apenas pelo registo racional, mas, essencialmente, pelas sensações que produz e porque os elementos plásticos detêm uma dimensão ontológica. Neste sentido, o traço coloca-se como qualquer coisa em “potência”, através do qual se gera outra coisa que não o mesmo. Próprio da inventiva humana que na repetição encontra a diferença, originando múltiplas sensações de situações espaciais a cada acção gráfica.
References
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