Avaliação microbiológica de frutas e hortaliças minimamente processadas e in natura comercializadas em supermercado de Marília – SP
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv10n12-016Keywords:
microrganismos deteriorantes, boas práticas de fabricação, produtos minimamente processados, legislaçãoAbstract
O trabalho avaliou a qualidade microbiológica de frutas e hortaliças minimamente processadas, in natura e desidratas, identificando e quantificando a presença de mesófilos aeróbios, bolores e leveduras e a família Enterobacteriaceae, verificando um comparativo da data de fabricação e a vida de prateleira de até seis dias. Foram realizadas coleta de seis amostras de frutas e hortaliças, sendo laranja desidratada, salada de frutas, melão in natura, melão minimamente processado, “suco detox” com frutas e hortaliças minimamente processadas. As amostras foram recolhidas aleatoriamente das gôndolas refrigeradas de um supermercado localizado em Marília/SP. As amostras foram semeadas em meios de cultura específicos para análises de bolores e leveduras, mesófilos aeróbios e a família Enterobateriaceae. Observou-se que das 6 amostras de frutas e hortaliças minimamente processadas e in natura, os mesófilos aeróbios foram identificados em 100% das amostras analisadas, porém não há legislação vigente e específica do limites para estes microrganismos para frutas e hortaliças minimamente processados e in natura no Brasil. Na análise de bolores e leveduras pode-se observar que a laranja desidratada apresentou conformidade, de acordo com os parâmetros vigentes da Instrução Normativa n°161 de 2022, os demais alimentos minimamente processados, a legislação não determina limites estabelecidos para bolores e leveduras. Através destas análises, conclui-se que o melão in natura, o “suco detox” com frutas e hortaliças minimamente processadas com um dia de vida de prateleira e a laranja desidratada apresentaram os melhores resultados microbiológicos para comercialização.
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