Remoção de Metais Pesados da Água do Rio Paraopeba após o Rompimento da Barragem Mina Córrego do Feijão / Heavy Metal Removal from Paraopeba River Water after Dam Collapse Mina Córrego do Feijão
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv6n3-060Keywords:
Brumadinho, Rejeitos de Mineração, Filtro de Carvão Ativado, Filtro de Zeólita, Filtro de Resina CatiônicaAbstract
O rompimento da barragem de Brumadinho, em 25 de janeiro de 2019, resultou em um dos maiores desastres com rejeitos de mineração no Brasil. Tais rejeitos que vazaram da mina Córrego do Feijão, da Vale, avançaram pelo Rio Paraopeba, que abastece uma mancha urbana de cerca de 3 milhões de pessoas. Materiais presentes no material da barragem rompida, como Ferro, Manganês, Alumínio e Níquel, podem prejudicar os usos preponderantes a partir da contaminação da água. Nesse sentido, este trabalho visa um estudo de tratabilidade a partir de um filtro de carvão ativado, resina catiônica e zeólita, em três taxas diferentes, para a remoção de metais pesados presentes na água deste Rio. Na taxa de 5 m³/m².h observa-se a remoção de 100% do Alumínio, 100% do Ferro, 98,3% do Manganês e 66,7% do Níquel. Na taxa de 10 m³/m².h observa-se a remoção de 100% do Alumínio, 100% do Ferro, 98,3% do Manganês e 33,4% do Níquel. Na taxa de 15 m³/m².h observa-se a remoção de 100% do Alumínio, 100% do Ferro, 100% do Manganês, 100% do Níquel. A eficiência do filtro se mostrou elevada nas três taxas testadas, mostrando a potencialidade destes materiais.
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