Inteligência Artificial em museus: o caso do Museu do Amanhã e a problemática de engajamento
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv10n10-027Keywords:
Inteligência Artificial, museus, engajamento, interatividade, arquiteturaAbstract
Considerando os desafios enfrentados pelos museus na aplicação de Inteligência Artificial (IA) para atrair e engajar o público em um cenário de abundância tecnológica, este estudo se propõe a investigar os fatores que influenciam o engajamento do público com a assistente digital IRIS+, implementada no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Objetiva-se identificar as razões para a baixa adesão, especialmente entre os jovens visitantes. Para tanto, procede-se à análise de dados de visitação e interação com a IA entre os anos de 2019 e 2020, com foco na faixa etária dos visitantes e na comparação com pesquisas anteriores. Desse modo, observa-se que a baixa atratividade da IRIS+ está ligada a fatores como limitações na interface, na localização da IA no percurso expositivo e na falta de interação social. Conclui-se que a IRIS+ requer aprimoramentos em seus algoritmos e design de interface para aumentar a personalização e proporcionar uma experiência museológica mais envolvente e inclusiva.
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