Direito à informação como forma de defesa da violência obstétrica/ Right to information as a form of defense of obstetric violence

Authors

  • Eduardo Cazelatto
  • Lilian Arede Lino
  • Alan Eduardo de Paula
  • Alan Martinez Kozyreff
  • Alder Thiago Bastos

DOI:

https://doi.org/10.34117/bjdv6n2-313

Keywords:

Parto normal, Parto cesariana, Violência obstétrica, Gravidez, Direito à informação

Abstract

O presente estudo busca assentar a problemática do direito à informação como meio de defesa da violência obstetra. Isto porque, no Brasil, os partos aconteciam dentro dos domicílios, muitas das vezes conduzidas por parteiras, sendo o médico acionado apenas em casos de relevância complexidades e assegurado para pessoas de público com poder aquisitivo. Todavia, referido paradigma mudou no Século XX, com a instituição de clínicas e de hospitais especializada em partos de qualquer natureza ou complexibilidade. Nesse diapasão, também se identifica um início da propagação de que partos hospitalares por intermédio de cesarianas eram mais seguros e minimizavam os sofrimentos da parturiente e a redução drástica do tempo do trabalho de parto. A violência cinge na ausência de conhecimento das próprias parturientes referente ao procedimento adotado para o parto e os efetivos danos que podem ser ocasionados em si e para o seu bebê, mascarando-se a verdadeira autonomia na opção do meio de parto.  Diante dessa problemática, o presente trabalho científico pretende analisar se as parturientes têm ciência dos benefícios e malefícios, a si e aos nascituros, pelo meio de parto escolhido e, também, se há preparo da equipe médica na escolha do parto normal. Para tanto, escolheu-se o método dedutivo, amparando-se em referenciais bibliográficos publicados em meios físicos e digitais para solucionar a hipótese científica alinhavada nesta pesquisa.

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Published

2020-02-28

How to Cite

Cazelatto, E., Lino, L. A., Paula, A. E. de, Kozyreff, A. M., & Bastos, A. T. (2020). Direito à informação como forma de defesa da violência obstétrica/ Right to information as a form of defense of obstetric violence. Brazilian Journal of Development, 6(2), 9523–9540. https://doi.org/10.34117/bjdv6n2-313

Issue

Section

Original Papers