O Homem como Algoritmo: uma Análise Histórica e Jurídica
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv10n8-039Keywords:
homem, algoritmo, capitalismo, produtividade, exaustãoAbstract
Este estudo aborda o fenômeno contemporâneo em que o trabalhador é equiparado a um algoritmo dentro de uma estrutura social voltada para a maximização da produtividade. Esse contexto resulta em uma deterioração da qualidade de vida e no esgotamento das habilidades essenciais para o desenvolvimento pessoal, deixando o indivíduo à beira do colapso. Esse paradigma não é novo, remontando à era da industrialização, quando o ser humano passou a ser visto predominantemente como um meio de produção capitalista. A pesquisa se justifica pela necessidade de uma análise histórico-jurídica desse fenômeno, visando não apenas à prevenção dos impactos negativos sobre a saúde e bem-estar dos trabalhadores, mas também à proposição de medidas que preservem as relações de trabalho de forma humanizada. Especial atenção é dada ao campo do Direito e áreas correlatas, que precisam adaptar suas estruturas normativas para proteger os direitos dos trabalhadores na era digital. Utilizando o método de revisão integrativa da literatura, o estudo sintetiza tanto evidências empíricas quanto teóricas para oferecer uma compreensão ampla desse fenômeno. Conclui-se que há uma urgência em reformular leis e regulamentações para promover ambientes de trabalho mais humanos, justos e sustentáveis, garantindo que as empresas também adotem práticas que melhorem a qualidade de vida de seus empregados e minimizem doenças psicossomáticas. Em resumo, este estudo se propõe a investigar como o conceito de "homem como algoritmo" impacta historicamente e juridicamente o direito do trabalho, buscando melhorar a condição dos trabalhadores na contemporaneidade.
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