A influência das famílias nas expectativas das crianças face à transição para a escolaridade obrigatória
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv10n5-013Keywords:
crianças, educação pré-escolar, escolaridade obrigatória, expectativas, famíliasAbstract
A transição para a escolaridade obrigatória é um momento delicado que acarreta diversas mudanças, que podem conduzir a sentimentos de ansiedade e receio para as crianças e para as suas famílias, se não for trabalhada com intencionalidade educativa. Assim, para combater as descontinuidades é crucial investir neste processo, criando transições felizes e saudáveis. Nesta perspetiva, foi realizado o presente ensaio investigativo de cariz qualitativo, que consiste num estudo de caso acerca dos aspetos que poderão influenciar as expectativas das crianças na transição para a escolaridade obrigatória, com a intenção de identificar as expectativas e receios das crianças e das famílias relativamente ao 1.º Ciclo do Ensino Básico. Este foi elaborado no ano letivo 2021/2022 num Jardim de Infância da periferia de Leiria e teve como participantes as 10 crianças do grupo que iam transitar para a escolaridade obrigatória, os seus pais e a educadora do grupo. Este foi norteado pela questão de partida: “Que aspetos poderão influenciar as expectativas das crianças na transição da Educação Pré-Escolar para o 1.º CEB?”. Os objetivos deste estudo prendem-se com a identificação de expectativas e receios das crianças e das suas famílias relativamente à entrada na escolaridade obrigatória. Para a recolha de dados, foram aplicados inquéritos por questionário aos pais e entrevistas às crianças e à educadora. Após a análise dos dados foi possível constatar que o que é dito pelas famílias tem uma grande influência nas expectativas das crianças acerca da nova etapa.
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