A proficiência de medidas de segurança orgânica na salvaguarda de ativos institucionais da Polícia Militar do Paraná
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv10n2-077Keywords:
segurança orgânica, proteção, ativos institucionais, Polícia Militar do ParanáAbstract
O contexto social permeado por intensas e oscilantes relações, trocas e comunicações, oriundas da Globalização e Capitalismo, impõe à sociedade a necessidade de se manter ativa frente as atualizações constantes nas relações sociais. É nesse cenário desafiador que as instituições buscam aprimorar sua atuação e processos internos, na busca pela sobrevivência organizacional. Tal iniciativa é, em sua generalidade, constatada com maior frequência entre empresas privadas. As instituições públicas, possivelmente por falta de concorrência e controle e apresentação de resultados operada de forma distinta da iniciativa privada, preocupam-se menos em padronizar e normatizar medidas de segurança interna. Nesse viés, a Segurança Orgânica (SEGOR) é o segmento da Contrainteligência que visa proteger o próprio patrimônio, recursos, pessoal e reputação da instituição, por meio da prevenção, dissuasão, detecção, obstrução e neutralização de possíveis ameaças e ocorrências de segurança que possam afetar a organização. A Polícia Militar do Paraná (PMPR) não possui um Plano de Segurança Orgânica, que é o documento que formaliza essas medidas de suma importância para a sobrevivência e fortalecimento da corporação. Para tanto, objetivou-se com o presente artigo científico demonstrar a proficiência das medidas de Segurança Orgânica na proteção dos ativos institucionais da PMPR, que são aqueles recursos que tem valor para a corporação e devem ser preservados. Buscou-se responder tal problemática através de vasta pesquisa bibliográfica, jurídica e documental. Da análise chegou-se ao entendimento de que a formalização de medidas de SEGOR é essencial para o cumprimento do Plano Estratégico da PMPR.
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