Protocolos de jogos e brincadeiras que contribuirão para a socialização/interação social de crianças/alunos com Transtorno do Espectro Autista

Authors

  • Beatriz dos Santos Alves
  • Eva Vilma Alves da Silva

DOI:

https://doi.org/10.34117/bjdv9n11-071

Keywords:

socialização, interação social, protocolos, Transtorno do Espectro Autista, jogos, brincadeiras, lúdico

Abstract

Muitos alunos/crianças com Transtorno do Espectro Autista apresentam dificuldades em se expressar ou comunicar-se com o próximo. Dentre as dificuldades que os alunos com Transtorno do Espectro Autista enfrentam, nesta revisão, a ênfase está na socialização. Então utilizou-se como estratégia protocolos de jogos e brincadeira para a contribuição da socialização/interação social de alunos/crianças com Transtorno do Espectro Autista com os colegas de classe e professores durante as atividades lúdicas nas aulas de educação física. Objetivo: identificar os principais protocolos de jogos e brincadeiras que irá resultar na melhoria da socialização dos alunos com autismo. Metodologia: Este artigo trata-se de uma revisão bibliográficas, método utilizado é analisar artigos publicados nos últimos cinco anos, utilizou-se os bancos de dados: Google acadêmico, SciELO e LILACS, Para delimitação do tema foram utilizadas palavras chaves, tais como: autismo infantil, Transtorno do espectro autista, interação social, atividades lúdicas, jogo e brincadeira. Portanto, foram selecionados no total quatro artigos para a, análise e avaliação dos protocolos encontrados, para alunos com transtorno do espectro autista. Os protocolos que obtiveram uma melhora significativa na socialização desses alunos, foram inseridos em uma tabela para o melhor entendimento do leitor. Resultado/Discussão: Observa-se que os protocolos de jogos e brincadeiras encontrados obtiveram resultados positivos não só na socialização/interação social, como também na qualidade de vida das crianças com Transtorno do Espectro Autista. Nota-se também que as atividades de faz de conta, construção de brinquedos e brincadeiras sensoriais ou pedagógicas se mostraram eficazes para a socialização/interação social das crianças autista.

References

ARAUJO, Fabiana; ARAÚJO, Michell. JOGOS E BRINCADEIIRASPARA CRIANÇAS AUTISTAS: POSSIBILIDADES NAS AULAS DEEDUCAÇÃO FÍSICA. Anais do Seminário Nacional de Educação Especial e do Seminário Capixaba de Educação Inclusiva, v. 2, p. 283-299, 2018.

BATTISTELLO, Viviane; Elicker, Ana; Volmer, Lovani; Martins, Rosemari . (2020). A contação de histórias para crianças autistas. Letras De Hoje, 55(3), e36496. https://doi.org/10.15448/1984-7726.2020.3.36496.

CINTRA, Rosana; OLIVEIRA Eloísa; OLIVEIRA, Érika. A importância da ludicidade na Educação Infantil / The importance of playfulness in early Childhood Education. Brazilian Journal of Development, [S. l.], v. 8, n. 1, p. 5698–5708, 2022. https://doi.org/10.34117/bjdv8n1-386.

MARTELLI. Ana et. al. Autismo: orientação para os pais / Casa do Autista. Brasília: Sergio Tolipan, 2000.

BRASIL. Ministério da Saúde. Visibilidade ao autismo. TEA: saiba o que é o Transtorno do Espectro Autista e como o SUS tem dado assistência a pacientes e familiares. Brasília, 2022.

CHICON, José et. al. (2019). Brincando e aprendendo: aspectos relacionais da criança com autismo. Revista Brasileira De Ciências Do Esporte, 41(2), 169–175. https://doi.org/10.1016/j.rbce.2018.01.017.

CHICON, José et. al. (2018). A BRINCADEIRA DE FAZ DE CONTA COM CRIANÇAS AUTISTAS. Movimento, 24(2), 581–592. https://doi.org/10.22456/1982-8918.76600.

FLAITT, Patricia; MENDONÇA, Débora. Educação física adaptada. 1º edição. São Paulo: Ciranda Cultural, 2013.

GÓES, MARIA. (2000). A abordagem microgenética na matriz histórico-cultural: uma perspectiva para o estudo da constituição da subjetividade. Cadernos CEDES, 20(50), 9–25. https://doi.org/10.1590/S0101-32622000000100002.

KLUTH, Paula. Preparando-se para a escola: dicas de transição para alunos com autismo. São Paulo: Fundação José Luiz Egydio Setúbal, 2019. Adaptado. p. Disponível em: https://autismoerealidade.org.br/convivendo-com-o-tea/cartilhas/preparando-se-para-a-escola-dicas-de-transicao-para-alunos-com-autismo/. Acesso em: 20/09/2023.

MARCONI, Marina; LAKATOS, Eva. Fundamentos da metodologia científica. 5º edição. São Paulo: Atlas S.A, 2003.

PAULA, Lucas; GOMES, Maitê; MARTINS, Pedro; OLIVEIRA, Sarah; LIMA, Sarah; FACO, Thaís; DRUMOND, Loise; PAULO, Marcela. Influência familiar e escolar no desenvolvimento de crianças autistas: Uma revisão da literatura / Influência da família e da escola no desenvolvimento de crianças autistas: uma revisão de literatura. Revista Brasileira de Desenvolvimento , [S. l.] , v. 11, pág. 92513–92521, 2020. https://doi.org/10.34117/bjdv6n11-601.

SILVA, Eliany; Medeiros, Wellington. (2020). Considerações sobre o Design de jogos e brinquedos pedagógicos para o ensino da matemática no Ensino Fundamental. p. 412-425 . Anais do Colóquio Internacional de Design 2020. São Paulo, 2020. http://dx.doi.org/10.5151/cid2020-32 .

Motta, Margareth; Marchiore, Lyhara; Pinto, Joyce. (2008). Confecção de brinquedo adaptado: uma proposta de intervenção da terapia ocupacional com crianças de baixa visão. DOI: 10.15343/0104-7809.200832.2.3. O Mundo Da Saúde, 32(2), 139–145. Recuperado de https://revistamundodasaude.emnuvens.com.br/mundodasaude/article/view/796.

Teixeira, Maira; Ganda, Danielle. (2019). INCLUSÃO E AUTISMO: relato de caso sobre o trabalho com uma criança na educação infantil. Psicologia E Saúde Em Debate, 5(2), 125–135. https://doi.org/10.22289/2446-922X.V5N2A9.

Published

2023-11-27

How to Cite

Alves, B. dos S., & da Silva, E. V. A. (2023). Protocolos de jogos e brincadeiras que contribuirão para a socialização/interação social de crianças/alunos com Transtorno do Espectro Autista. Brazilian Journal of Development, 9(11), 30428–30438. https://doi.org/10.34117/bjdv9n11-071

Issue

Section

Original Papers