O impacto da resistência antimicrobiana bacteriana no manejo da Sepse Neonatal
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv9n9-003Keywords:
Sepse Neonatal, recém-nascido prematuro, mortalidade, resistência bacteriana a antibióticosAbstract
A sepse neonatal é uma síndrome clínica a qual se caracteriza pela presença de bacteremia associada a sinais e sintomas sistêmicos de infecção no primeiro mês de vida, sendo considerada a terceira causa mais frequente de mortalidade neonatal pela OMS. Frequentemente, a prescrição empírica de antibióticos é necessária para se tratar precocemente essa condição clínica com grande letalidade, tendo em vista a dificuldade de se realizar seu diagnóstico de forma precisa nos primeiros dias de sintomas. Nesse contexto, o aumento da resistência antimicrobiana (RAM) em relação ao tratamento preconizado na atualidade tem se tornando tema de debate no meio científico. A RAM ocorre quando alterações nas bactérias permitem com que os medicamentos usados para tratar infecções se tornem menos eficazes, sendo considerada pela OMS como uma questão urgente que requer um plano de ação global para ser resolvido, uma vez que se não for controlada, a disseminação da RAM pode tornar muitos patógenos ainda mais letais do que são atualmente. Dessa forma, novas opções terapêuticas promissoras têm sido debatidas para uma possível substituição da terapia empírica da sepse neonatal definida na atualidade.
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