Os potenciais benefícios da doação de coração parado (DCD Donors)
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv9n8-064Keywords:
transplante cardíaco, morte circulatória, corações doadores, insuficiência cardíaca, DCD – Donation after Circulatory Death, DBD – Donation after Brain DeathAbstract
Há mais de 50 anos, desde o primeiro transplante de coração de um doador após a morte circulatória, que ocorreu de forma satisfatória e sucedida, o conceito de transplante cardíaco por doação após morte circulatória (DCD – Donation after Circulatory Death) ainda é um tema amplamente debatido, crescendo em alguns países como Espanha, EUA, Holanda, Bélgica e Reino Unido e ainda não implementado no Brasil. Os pacientes com insuficiência cardíaca terminal têm o transplante cardíaco como o melhor tratamento, para assim melhorar a qualidade de vida. No entanto, este tratamento é limitado pela escassez da disponibilidade de coração de doadores, pois o transplante cardíaco limitou-se a usar corações de doadores após a morte encefálica (DBD – Donation after Brain Death). Sendo assim, programas de transplante de coração DCD têm apresentado uma nova opção para a carência de corações doadores, enfrentando, porém, desafios para a sua aplicação. Dessa forma, o presente artigo objetiva analisar os desafios que o transplante cardíaco DCD enfrenta e seus potenciais benefícios para população, principalmente pacientes com insuficiência cardíaca terminal. A revisão será realizada de forma sistemática, utilizando o método Cochrane Handbook for Systematic Reviews. Os artigos serão extraídos nas bases de dados: Web of Science, PubMed, EMBASE, Cochrane Library, Ovid e EBSCO
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