Ausência do popular no ensino especializado da música a desvalorização do “tocar de ouvido”

Authors

  • Artur Carlos Azevedo de Saraiva Caldeira

DOI:

https://doi.org/10.34117/bjdv9n7-058

Keywords:

tocar de ouvido, educação formal, educação informal, educação não-formal

Abstract

Partindo do princípio de que o curso básico do ensino genérico fornece aos alunos diversas matérias de base para uma formação geral, o curso secundário continua essa formação iniciando-se uma opção por determinada área do conhecimento e a Licenciatura (e graus seguintes) comporta já alguma especialização, pergunto-me porque o Ensino Especializado da Música (cuja designação não inclui o termo “erudita”) apenas contempla nos seus programas repertório erudito e de tradição escrita, numa espécie de especialização precoce ao contrário de uma formação musical de base mais alargada. Será esta especialização o melhor contributo para uma adequada construção basilar de um músico, excluindo outros processos de entendimento e prática musical paralelos ao estudo meramente académico ou intelectual da Música? Trazendo à conversa autores que se debruçam sobre educação formal, informal e não formal e com base na minha experiência enquanto músico, aluno e professor, sugiro a valorização do “tocar de ouvido”.

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Published

2023-07-14

How to Cite

Caldeira, A. C. A. de S. (2023). Ausência do popular no ensino especializado da música a desvalorização do “tocar de ouvido”. Brazilian Journal of Development, 9(7), 21995–22003. https://doi.org/10.34117/bjdv9n7-058

Issue

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Original Papers