A vida tem a cor que a gente pinta
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv9n6-116Keywords:
sobrevivência, realidade, potencial, renovar, equilíbrio, inovarAbstract
Este trabalho apresenta uma reflexão sobre as práticas pedagógicas utilizadas anteriormente à pandemia e uma busca por novas metodologias que poderão ser aplicadas no novo contexto, para lidar com os sentimentos de insegurança, inferioridade, fracasso e medo que tem afetado o emocional, físico e mental do corpo docente/discente do âmbito escolar. A nova realidade pandêmica trouxe uma forma de sobrevivência jamais vivenciada na história da educação. O tempo dedicado ao novo formato de educação online forçou a busca de novas habilidades, as quais, tinham como desafio vencer o medo, a timidez, a solidão, a falta de qualificação eficiente para tal realidade, em contrapartida com o fracasso nos índices de alfabetização devido a desigualdade social da classe atendida. O maior desafio no retorno das atividades escolares presenciais era encontrar novas metodologias que pudessem contribuir com o processo ensino-aprendizagem defasado, fonte da desigualdade social que atingiu as classes mais carentes. O retorno, além de conteúdos, deveria dar atenção primordial ao fator emocional, visto que no período da pandemia, as mazelas sofridas ainda estavam latentes. Trazer para a prática diária toda essa vivência, e adaptar uma forma de ensino que fosse prazerosa e ao mesmo tempo eficiente é o que o Projeto “A vida tem a cor que a gente pinta” buscou propiciar e aprofundar em cada atividade ligada ao tema.
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