Art e Autismo: uma realidade possível? Uma revisão de literatura
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv9n5-266Keywords:
Autismo, restaurações atraumáticas, odontologiaAbstract
O Transtorno Do Espectro Autista (TEA) é um transtorno neurológico que é definido como um distúrbio neurológico incapacitante, que afeta as áreas comportamentais e sociais. O atendimento odontológico a esses pacientes se apresenta com um certo grau de desafio, principalmente para cirurgiões dentistas não capacitados ou sem experiência no atendimento a estes pacientes. O Tratamento Restaurador Atraumático (ART) foi sugerido com o objetivo de restaurar lesões de cáries, principalmente em locais e cidades onde os recursos são escassos ou locais onde a infra estrutura do consultório odontológico não existia, como atividades em ambientes escolares ou em países subdesenvolvidos. Esta revisão de literatura foi desenvolvida a partir da compreensão de que as restaurações atraumáticas seriam viáveis como um tratamento restaurador a pacientes dentro do espectro do autismo, visto que por ser uma técnica relativamente mais simples e com o custo menor do que a convencional, em termo da aplicabilidade e praticidade, se enquadra dentro da odontologia minimamente invasiva. Foi realizado levantamento bibliográfico do período de 1943 a 2020 nas bases de dados MedLine, Lilacs e Google acadêmico. Foram utilizadas as palavras-chave “Odontologia”, “autismo”, “restaurações atraumática. O estudo mostra que a técnica restauradora atraumática não é usada pelos profissionais continuamente como uma técnica restauradora definitiva e que esta técnica nos pacientes com transtorno do espectro do autismo não é relatada na literatura, sendo relatados os métodos de condicionamento as técnicas terapêuticas para melhor atendimento e as modalidades de sedação e estabilização protetiva.
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