A omissão da mulher Autista na pesquisa; motivos; efeitos e soluções
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv9n5-262Keywords:
Autismo, mulheres, pesquisaAbstract
O objetivo deste projeto consiste em avaliar a disparidade de estudos de autismo entre mulheres e homens, as consequências dos estereótipos que foram formados por conta dessa disparidade de pesquisas e também o preconceito único que a mulher autista sofre. O artigo também discute maneiras positivas para prestar apoio a mulheres autistas de acordo com seus traços e experiências únicas, divergindo de tratamentos padronizados e buscando uma forma acolhedora de viver como autista; sem considerar o autismo como um absoluto de negativos ou positivos, mas uma parte do indivíduo da sociedade que sempre esteve e estará presente. Além disso, promove uma mudança de paradigma em relação ao autismo em si, visando eliminar estereótipos que omitem e/ou demonizam a existência da mulher autista e oferecendo uma versão inclusiva, objetiva e fácil de entender. O artigo contém a revisão de literatura específica sobre o autismo, desde sua origem como um traço de esquizofrenia infantil até os dias atuais no DSM-5; revisando os artigos de nomes conhecidos como Hans Aspergers e Leo Kanner, e também Grunya Sukhareva Efimovna, doutora judia que descreveu traços autistas duas décadas antes dos autores mencionados anteriormente. O artigo também explica a interseccionalidade da misoginia e capacitismo que a mulher autista sofre, com esse preconceito único lhe alienando de seus colegas.
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