“O cabo telegráfico submarino e sua influência sobre a teoria eletromagnética”
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv9n5-261Keywords:
telecomunicação, cabo submarino, telegrafiaAbstract
Em meados do século XIX, a telegrafia elétrica, feita por fios presos ao topo dos postes, estava presente em quase todas as regiões da Europa, EUA, e em fase de implantação na América do Sul e Ásia. No norte da Europa, alguns países foram interligados por pequenos cabos submarinos, como o cabo que atravessou o Canal da Mancha, em 1851. O sucesso desses pequenos cabos fez crer que o funcionamento de cabos com maior extensão seria semelhante. Entretanto, nos cabos submarinos longos, sinais elétricos de curta duração enviados numa das extremidades chegavam à outra extremidade como sinais longos, e com sensível atraso em relação ao sinal emitido. Esse problema comprometia o ambicioso empreendimento de ligação telegráfica entre a América do Norte e a Europa. As discussões técnicas sobre o fenômeno colocaram em lados opostos desconhecidos e renomados cientistas e suas proposições sobre as especificações do cabo submarino transatlântico.
References
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NOTAS
Dispositivo inventado por Peter Von Musschenbroek (1692-1761), em 1745, em Leyden, Holanda, capaz de armazenar carga elétrica.
Ver os artigos em: THOMSON, William. 1872. Reprint of papers on Electrostatics and Magnetism. London: Macmillan & Co.
Sobre o debate entre Thomson e Whitehouse ver: HUNT, 1996.
Whitehouse descreveu seus experimentos na seção de Matemática e Física da British Association em 1855, reunida em Glasgow.
Douglas Galton, da Royal Engineers e representante do governo, Wheastone, William Fairbain, futuro presidente da British Association for the Advancement of Science, Geoge Parker Bidder, C.F. Varley, Latimer Clark e Edwin Clark, todos com grande experiência em telegrafia e Georg Savard, secretário da ATC. [FIELD, 1866].

