Condições de trabalho das profissionais do sexo e as dificuldades de monitoramento de saúde pelo SUS: uma revisão

Authors

  • Marcos Borges Vieira
  • Leide de Almeida Praxedes
  • Fábio Mesquita do Nascimento

DOI:

https://doi.org/10.34117/bjdv9n5-201

Keywords:

prostituta, trabalhadoras do sexo, prostituição, prostíbulo, cafetão

Abstract

As profissionais do sexo (PS) são reconhecidas legalmente pela Classificação Brasileira de Ocupação (CBO) n° 5198-05, o que promove a autonomia para o exercício da profissão. Porém, as PS enfrentam problemas no que se refere a apoio trabalhista no ambiente de ocupação, o que motivou a realização desse estudo de revisão integrativa. As pesquisas consultadas afirmam que o uso do corpo como ferramenta de trabalho, associado a uma carga horária predominantemente noturna, aumenta o estresse e diminui a qualidade de vida das PS. Esses desequilíbrios resultam no consumo abusivo de psicotrópicos, redução dos cuidados pessoais e má alimentação, consequentemente, diminuindo a imunidade e aumentando os riscos de doenças, principalmente as Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST). Além disso, outros fatores agravantes são os locais de trabalho em péssimas condições e o preconceito e discriminação da sociedade como um todo. Verificou-se que a ilegalidade na qual operam os prostíbulos é fator que impede a atuação do SUS e seus braços de apoio na promoção de saúde e qualidade de vida das PS.

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Published

2023-05-23

How to Cite

Vieira, M. B., Praxedes, L. de A., & do Nascimento, F. M. (2023). Condições de trabalho das profissionais do sexo e as dificuldades de monitoramento de saúde pelo SUS: uma revisão. Brazilian Journal of Development, 9(05), 17498–17507. https://doi.org/10.34117/bjdv9n5-201

Issue

Section

Original Papers