O racismo ambiental na Volta Grande do Xingu: marcador da etnia Yudjá/Juruna
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv9n5-175Keywords:
índios Yudjá/Juruna, racismo ambiental, pertencimento ancestral, identidadeAbstract
Este estudo busca compreender como os índios Yudjá/Juruna sofreram o racismo ambiental ocorrido na Volta Grande do Xingu com a construção da hidrelétrica de Belo Monte. Foram retirados de seu território, de onde exerciam atividades na pesca e na agricultura, provendo seu sustento e que tinham um sentimento de pertença com seu lugar de origem. Utilizamos a metodologia bibliográfica para dar o aporte na construção da escrita do trabalho de pesquisa. Autores como Gil (2002) mostram que a principal vantagem da pesquisa bibliográfica reside no fato de permitir ao investigador a cobertura de uma gama de fenômenos muito mais ampla do que aquela que poderia pesquisar diretamente. Nesse viés, analisamos a identidade dos índios Yudjá/Juruna que viviam em suas terras, onde criaram suas raízes e o pertencimento ancestral na comunidade. Trata-se de uma pesquisa social, qualitativa, de abordagem bibliográfica que põe em evidencia o racismo ambiental sofrido pela etnia Yudjá/Juruna.
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