Automedicação por acadêmicos do curso de farmácia de uma instituição de ensino superior privada no interior da Bahia
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv9n4-068Keywords:
estudante de farmácia, anti-inflamatório, uso irracionalAbstract
Introdução: Automedicação é entendida como a utilização de fármacos por iniciativa própria, sem prescrição, orientação e acompanhamento do profissional de saúde habilitado no que se refere a medicamentos e o seu uso clínico. Os anti-inflamatórios esteroides e não esteroides, podem ocasionar sérios riscos a saúde, com efeitos colaterais indesejáveis, intoxicação medicamentosa, mascaramento de doenças de alta e baixa gravidade, e óbito. O uso de medicamentos sem prescrição médica ou orientação do profissional farmacêutico, é recorrente por estudantes universitários. Isso pode ser justificado por diversos morivos, com destaque socieconômico e patológicos. Objetivo: Investigar o perfil dos estudantes que fazem uso irracional de anti-inflamatórios em acadêmicos do curso de farmácia, no Interior da Bahia. Metodologia: Trata-se de um estudo transversal, quantitativo e exploratório, com pesquisa de campo, com 164 estudantes do curso de farmácia. Foi realizada a análise descritiva dos dados, seguidos pelo teste de associação Qui-quadrado de Pearson, através do software Jamovi. Resultados: Mostra predominância no gênero feminino, entre 18-30 anos, com diferença significativa entre a variante dependente (período letivo), com o gênero e o aconselhamento com o balconista e o farmacêutico. Assim, foi possivel observar que a prevalência do uso de medicamentos sem prescrição foi maior nos estudantes concluintes do curso de farmácia. Os AINEs mais utilizados foram o ibuprofeno, dipirona e a nimesulida. Os AIEs, com predominância da prednisona, budesonida e o dexametasona.
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