Análise anatomopatológica e histoquímica de Aneurismas Dissecante da aorta humana
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv9n3-107Keywords:
Aneurismas, anatomopatológico, histoquímica, abdominalAbstract
Introdução: A lesão aneurismática desenvolve-se lentamente com dilatação progressiva, aumentando seu volume, podendo causar rompimento da parede vascular e provoca um processo hemorrágico intenso, levando o paciente a óbito. Objetivo: O objetivo deste estudo foi apresentar as características anatomopatológicas e histoquímicas de aneurismas de humana. Metodologia: Foram analisados três casos clínicos de cadáveres necropsiados no Serviço de Verificação de Óbitos da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco Brasil no ano de 2020. As aortas foram coletadas para avaliação anatomopatológico, posteriormente amostras de tecidos foram retirados das mesmas, adicionadas a formalina a 10% vinte vezes o volume da amostra para a avaliação histoquímica. Resultados: foram coletadas 1 amostra de AAAD, duas amostras de AATD e duas amostras para controle negativo. Todos os aneurismas eram fusiformes e de grande diâmetro quando comparados com os seguimentos da aorta normal. Observou-se que a maioria dos casos os cadáveres eram hipertensos, tinham aterosclerose associada e era tabagistas. Na análise histoquímica observou-se fragmentação das fibras colágenas e elásticas da aorta, infiltrado inflamatório e presença de células espumosas nos casos em que houve grande comprometimento aterosclerótico. Todos os cadáveres necropsiados com aneurismas tiveram como causa mortis direta um evento hemorrágico significativo. Conclusão: A população idosa é ainda mais prevalente para esta doença. Os fatores etiológicos contribuem com o processo de fragmentação e necrose das camadas elásticas e colágenas do vaso e que fatores como aterosclerose, hipertensão arterial sistêmica e tabagismo estão fortemente relacionados com o desenvolvimento dos aneurismas de aorta humana.
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