Biomarcadores bioquímicos e hematológicos no diagnóstico e prognóstico da Sepse
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv9n2-122Keywords:
Sepse, Unidade de Terapia Intensiva, Proteína C reativa, procalcitoninaAbstract
Sepse é uma condição sistêmica que gera resposta inflamatória exacerbada nos pacientes, e mesmo com os avanços na saúde, ela ainda é uma das principais causas de internação e mortalidade em UTIs. O presente artigo tem como objetivo verificar a aplicabilidade dos principais marcadores dentro do manuseio clinico, identificar alterações dos biomarcadores ligados à sepse e correlacionar os marcadores bioquímicos e hematológicos durante o curso clinico da sepse auxiliando no diagnóstico e prognóstico. Para compor este estudo foi utilizado como base metodológica pesquisas bibliográficas, descritivas e qualitativas dos últimos 5 anos, utilizando os descritores "biomarkers", “sepsis” e “diagnosis” nas bases de dados do PubMed e LLILACS. A Proteína C Reativa (PCR) e Procalcitonina (PCT) vem sendo amplamente utilizada, assim como a razão neutrófilo/ linfócito e contagem de RDW, MDW e plaquetas. Foi observado marcadores com papeis importantes nas fases da doença, como a PCR encontra-se na fase aguda e a PCT que está relacionada com a eficácia dos antibióticos. Relação neutrófilo/linfócito com o MDW geram reações pró inflamatórias e o RDW sugeriu um mau prognóstico.
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