As manifestações clínicas do portador de paralisia facial

Authors

  • Marina Gabriela Magalhães Barbosa Murta
  • Ana Karine Laranjeira de Sá
  • Valdirene Pereira da Silva Carvalho
  • Louyse Isabelle Vieira Garcia
  • Gabriela Nogueira Couto
  • Virgínnia Tereza Zago Chies
  • Layo Leite de Lucena
  • Alisson Fernando dos Santos
  • Arthur Hayasi Maniero
  • Viviane Raquel Gonçalves Medeiros
  • Aloysio Soares Santos
  • José Songlei da Silva Rocha
  • Cibele Bessa Pacheco
  • Pedro Eduardus Leal
  • Alice Aparecida Morais Santos
  • Bibiana Aparecida Pereira
  • Taís Fernanda da Silva
  • Bernardo Pinto Coelho de Carvalho Corrêa
  • Jayane da Silva Oliveira Linhares
  • Lucas Arruda de Souza
  • Katia Aparecida Scarpari Bourdokan
  • Daniel Victor Viana Rodrigues Nunes
  • Raphael Patrik Borges da Costa
  • Lorenna Rocha Rodrigues
  • Carolina Scherer Dornelles
  • Pedro Paulo Rizerio de Carvalho Teixeira
  • Daniel Batista Chaves
  • Danilo Pigosso Marciano
  • Uanderson Pereira da Silva
  • Larissa Luciana Pires Silva
  • Alvim João Faust
  • Leandro Westphal
  • Lucas Carneiro dos Santos
  • Guilherme Silva Malheiros
  • Luiz Augusto Germano Borges
  • Luciano da Silva Alves
  • Gilmar Rosado Hurtado
  • Mariana Monteiro Resende
  • Gabriella Amâncio Matos
  • Rodrigo Daniel Zanoni

DOI:

https://doi.org/10.34117/bjdv9n2-001

Keywords:

neuropatia, paresia, ensino em saúde

Abstract

Introdução: A paralisia facial e um sintoma de um transtorno de base resultante em imobilidade e incapacidade de executar a mímica facial e a expressão emotiva. São várias as etiologias deste acometimento, sendo a classificação em paralisia facial periférica, representada classicamente pela paralisia de Bell e a central, pelo acidente vascular encefálico, adotada para auxiliar na investigação e seguimento clínico adequado. Objetivo: Descrever sobre a paralisia facial, com foco em características clínicas que propiciem ao diagnóstico precoce, medidas terapêuticas e restauração imediata. Metodologia: Revisão narrativa que selecionou artigos disponibilizados na íntegra publicados no recorte temporal de 2008 até 2022. Resultados: Dos 10 artigos incluídos neste estudo, todos realizaram uma ampla análise sobre a temática, a qual propiciou a disseminação de informações atualizadas sobre conceito, diagnóstico diferencial entre duas condições clínicas opostas resultantes em paralisia facial, manifestações, avaliação clínica e manejo adequado. Conclusão: Estudos ainda urgem em ser feitos no intuito de orientar melhor os profissionais e a comunidade a respeito da paralisia facial e a importância que possui o acompanhamento e seguimento precoce. Destarte, é

References

Carvalho LCC, Otsubo BY, Cyríaco MC, Vieira C, Oliveira PHS, Araújo VS, Sousa MVR, Daher AF, Suguinoshita YS, Machado LCS. O perfil clínico do paciente com meningite bacteriana: uma abordagem neurológica. REAMed. 2022; 2, e9685.

Carvalho VAS, Silva TS, Melo MAMO, Guerreiro NG, Fontoura JS, Silva CHN. Paralisia facial unilateral: aspectos clínicos e principais tratamentos. Braz J Hea Rev. 1 2020; 3(2): 1761-1765.

Celik O, Eskiizmir G, Pabuscu Y, Ulkumen B, Toker GT. The role of facial canal diameter in the pathogenesis and grade of Bell’s palsy: a study by high resolution computed tomography. Braz J Otorhinolaryngology. 2017; 83(3): 261-268.

Batista KT. Paralisia facial: análise epidemiológica em hospital de reabilitação. Rev Bras Cir Plast. 2011; 26(4): 591-5.

Falavigna A, Teles AR, Giustina AD, Kleber FD. Paralisia de Bell:

fisiopatologia e tratamento. Scientia Médica, Porto Alegre. 2008; 18(4): 177-183.

Filho MP, Maranhão ET, Aguiar T, Nogueira R. Paralisia facial: quantos tipos clínicos você conhece? Parte I. Rev Bras Neurol. 2013; 49(3): 85-92.

Ginarte MJG, Aguila ECS, Alvarez PEQ, Román GH. Paralisia facial, atualização bibliográfica. Rev Cie Est Cien Inm. 2021; 4(1): e136.

Louis ED, Mayer SA, Rowland LP. Merritt — Tratado de Neurologia. 13ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2018: 743-44.

Podio G, Yoelsis A, Solano H, Molina YY, Cabrera H, Efectividad del tratamiento rehabilitador combinado de láser y magneto en pacientes com parálisis facial periférica. Multimed. 2021; 25(4): e1187.

Santos JM, Silva IT. O conhecimento dos fisioterapeutas acerca do tratamento da paralisia facial periférica. RSD. 2022; 11(10): e93111032527.

Published

2023-02-01

How to Cite

Murta, M. G. M. B., de Sá, A. K. L., Carvalho, V. P. da S., Garcia, L. I. V., Couto, G. N., Chies, V. T. Z., de Lucena, L. L., dos Santos, A. F., Maniero, A. H., Medeiros, V. R. G., Santos, A. S., Rocha, J. S. da S., Pacheco, C. B., Leal, P. E., Santos, A. A. M., Pereira, B. A., da Silva, T. F., Corrêa, B. P. C. de C., Linhares, J. da S. O., de Souza, L. A., Bourdokan, K. A. S., Nunes, D. V. V. R., da Costa, R. P. B., Rodrigues, L. R., Dornelles, C. S., Teixeira, P. P. R. de C., Chaves, D. B., Marciano, D. P., da Silva, U. P., Silva, L. L. P., Faust, A. J., Westphal, L., dos Santos, L. C., Malheiros, G. S., Borges, L. A. G., Alves, L. da S., Hurtado, G. R., Resende, M. M., Matos, G. A., & Zanoni, R. D. (2023). As manifestações clínicas do portador de paralisia facial. Brazilian Journal of Development, 9(2), 6178–6192. https://doi.org/10.34117/bjdv9n2-001

Issue

Section

Original Papers