Apendicectomia aberta x videolaparoscopica em dois hospitais públicos de Anápolis (GO): Dados dos últimos 10 anos
Open appendicectomy x videolaparoscopic in two public hospitals in Anápolis (GO): Data for the last 10 years
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv8n12-280Keywords:
Apendicite, apendicectomia, videolaparoscopiaAbstract
A apendicite é uma das principais causas de busca de atendimento de urgência na área de cirurgia, e a principal causa de abdome agudo inflamatório. Trata-se da inflamação do apendicite vermiforme, uma estrutura sacular e cilíndrica, presente na confluência das tênias colônicas, de função ainda desconhecida. A principal causa de inflamação nessa estrutura é a hiperplasia folicular linfoide, seguida da presença de apendicolito ou corpo estranho. O acúmulo de secreções distende a estrutura, causando comprometimento da circulação linfática e venosa, ocasionando, por isso, edema, isquemia, necrose e perfuração. Acomete mais homens, entre 10 e 29 anos, da raça branca. O diagnóstico é clínico, mas apoiado por exames laboratoriais e de imagem. O tratamento é principalmente cirúrgico, através de excisão da estrutura. Para isso, há, pelo menos, duas técnicas principais: apendicectomia aberta e videolaparoscópica. A maioria das cirurgias feitas no SUS é realizada na modalidade “aberta”, embora haja evidências, na literatura, da superioridade da videolaparoscopia em vários parâmetros. Por isso, o objetivo do presente trabalho é comparar os números das apendicectomias abertas e por vídeo em dois hospitais da cidade de Anápolis, estado de Goiás, quanto ao seu número, custo, tempo de internação e morbimortalidade nos últimos 10 anos.
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