A presença do arquétipo da mulher selvagem na obra “Ritmos de Inquieta Alegria” da escritora amazonense Violeta Branca

The presence of the wild woman archetype in the work "Rhythms of Restless Joy" by the amazonian writer Violeta Branca

Authors

  • Julia Myrian Xavier Martins
  • Dilce Pio Nascimento

DOI:

https://doi.org/10.34117/bjdv8n11-367

Keywords:

violeta branca, literatura feminina, arquétipo da mulher selvagem

Abstract

O presente artigo tem como objetivo identificar a presença do arquétipo da mulher selvagem na produção da escritora amazonense Violeta Branca, especificamente em cinco dos poemas que compõem a obra Ritmos de Inquieta Alegria (1935): Minha Lenda; Inquietação; Eu; Iniciação; e Desencanto. A pesquisa é de natureza qualitativa, sendo de cunho bibliográfico. Os principais pressupostos teóricos são de C. G. Jung (1875-1961), Clarissa Pinkolas Estés (1994), Virginia Woolf (1882), Beauvoir (2009). Para discutir sobre a literatura amazonense utilizamos dos textos Tenório Telles (1963), Marcos Frederico Kruger (1949), entre outros estudos na área para identificar a presença do arquétipo da mulher selvagem na obra Ritmos de Inquieta Alegria.

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Published

2022-11-30

How to Cite

Martins, J. M. X., & Nascimento, D. P. (2022). A presença do arquétipo da mulher selvagem na obra “Ritmos de Inquieta Alegria” da escritora amazonense Violeta Branca: The presence of the wild woman archetype in the work "Rhythms of Restless Joy" by the amazonian writer Violeta Branca. Brazilian Journal of Development, 8(11), 76240–76252. https://doi.org/10.34117/bjdv8n11-367

Issue

Section

Original Papers