Ressocialização de presos e inclusão social
Inmate resocialization and social inclusion
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv8n9-077Keywords:
violência, práticas pedagógicas, EJA, prisãoAbstract
O Brasil convive há décadas com grandes índices de homicídio com armas de fogo, essa criminalidade não reduziu como o esperado após a aprovação da lei nº 10.826/03 conhecida popularmente como o Estatuto do Desarmamento, contudo, houve uma desaceleração nesse tipo de crime, pois anteriormente à aprovação havia um constante crescimento na taxa de homicídios. O contexto social desenvolvido no decorrer da passagem do século XX para o século XXI construiu, com a ajuda do avanço de um vasto cenário de violência, um sentimento de insegurança em diversas áreas das sociedades globais contemporâneas. Nesse contexto, questiona-se: Quais as práticas pedagógicas utilizadas em prisões? O que se espera, é buscar estratégias para contribuir com a ressocialização de presos ao sair da prisão. Diante disso, o objetivo geral é analisar a prática pedagógica da educação de jovens e adultos como instrumento de ressocialização nos presídios. Os objetivos específicos são: apresentar a história da educação de jovens e adultos - EJA; identificar a relação existente entre as práticas pedagógicas da EJA e a possibilidade de ressocialização de presos. O instrumento de coleta de dados para análise quantitativa e qualitativa deu-se através de uma pesquisa bibliográfica. A análise quantitativa e qualitativa dá-se exclusivamente no referencial teórico. Nesse aspecto, a desigualdade social se relaciona, de forma estreita, com a forma como a violência se organiza. Pois, a sociedade possui condições sociais de desigualdades, pobreza, desemprego, miséria, as quais são benéficas ao capital, fazendo com que a falta de acesso à segurança se configure por meio de uma condição socialmente imposta.
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