Diagnóstico das unidades de conservação nos estados do amazonas e Pará / Diagnosis of conservation units in amazon states and Pará
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv5n12-065Keywords:
Unidades de conservação, análise, frequência.Abstract
As Unidades de Conservação (UC’s) são divididas em dois grupos: Proteção Integral e Uso Sustentável. Aquelas de proteção integral, têm como objetivo primordial a preservação da natureza e reduzir a interferência humana. O objetivo desta pesquisa foi a realização de uma análise quantitativa das Unidades de Conservação de Proteção Integral e Uso Sustentável, em âmbito federal, estadual e municipal e verificar a evolução quanto as criações destas unidades no estado do Amazonas e Pará, no período compreendido entre 2014 e 2019, pois, justificar o contexto desse processo induz a um posicionamento crítico do leitor, frente ao atual modelo de desenvolvimento socioeconômico do país. Os dados obtidos foram tratados estatisticamente com o uso do software Excel e a exposição gráfica e tabular, foi efetuada com a utilização do software Origin. 9.0. A análise dos dados obtidos quanto as UC’s de Uso Sustentável Federal, Estadual e Municipal que compõe o estado do Amazonas, indicaram um total de 73 unidade em 2014, o que representava 76,8% do total, em 2019 houve incremento de 2 unidades (Área de Proteção Ambiental e Reserva Extrativista), totalizando 75, que representa 75% do total amostrado. Já no estado do Pará, em 2014, havia um total de 86 U.Cs (Federal = 66,2%; Estadual = 29,1% e Municipal = 4,7%), distribuídas entre as de Uso Sustentável (74,5%) e de Proteção Integral, ( 25,5%). Em 2019 houve incremento de mais 7 dessas unidades, onde as Federais representam (63,4%), as Estaduais (27%) e as Municipais (9,6%) o que indica que em todas as esferas, a maior proporção de criação é referente a unidades de conservação de uso sustentável. Dessa forma, a susceptibilidade dessas unidades de sofrer intervenções, ou de ser alterado é mais referente as de uso sustentável, que representam hoje no Amazonas 75% e no Pará 73,2%. Este fato, induz a criação de planos de manejos nestas áreas e reformulação dos planos já existentes além de construir uma estratégia consistente, aportar recursos humanos e financeiros e melhorar a eficácia da sua execução.
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