Quantificação e gerenciamento de resíduos químicos em um hospital veterinário / Quantification and management of chemical waste in a veterinary hospital
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv8n3-135Keywords:
saúde animal, contaminação ambiental, lixo hospitalar.Abstract
As atividades desenvolvidas pelos centros que prestam serviços de atividades de suporte à vida e saúde humana e animal são responsaveis por gerarem consideraveis quantidade de residuos, alguns propriedades que podem representar riscos à saúde publica e ao meio ambiente. Esses produtos precisam de processos diferenciados em seu manejo, requisitando ou não por tratamento prévio ao seu destino final. Em 2004 a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 306 da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que entrou em vigor em dezembro de 2004, determina que todos os estabelecimentos de saúde devem elaborar um plano de gerenciamento de resíduos e para tanto, o conhecimento dos sistemas de produção e a forma de manejo é indispensável para o sucesso desse plano. Neste sentido, objetivou-se com esse trabalho, quantificar e gerenciar os resíduos químicos laboratórias provenientes do hospital veterinário do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal da Paraíba. Assim, foram identificadas as fontes geradoras, os resíduos gerados, as características desses resíduos e a quantidade mensal gerada. Os dados coletados foram avaliados, plotando gráficos. Concluiu-se que grande quantidade de resíduos são descartados mensalmente pelos laboratórios do hospital veterinário, sobretudo, álcool etílico, xilol e eosina. O laboratório de histologia e histopatologia é responsável pelas maiores quantidades de resíduos descartadas/ou descartaveis. Quanto ao gerenciamento desses resíduos, três ações são indespensáveis, a primeira consiste em sua separação no momento e local da sua geração, de acordo com a característica química, estado físico e riscos envolvidos. A segunda consiste no acondicionamento dos resíduos já segregados em sacos ou recipientes que evitem vazamentos e resistam à ruptura. O terceiro passo é o tratamento, que consiste na aplicação do método, técnica ou processo que modifique as características dos riscos inerentes aos resíduos.
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