Entre o pictórico e o cinematográfico em Chico Liberato/Between the pictorial and the cinematic in Chico Liberato
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv5n11-021Keywords:
Memória, Chico Liberato, imagens, cinema de animação, criação.Abstract
O presente estudo apresenta os resultados da pesquisa sobre a trajetória de Francisco Liberato de Mattos, mais conhecido como Chico Liberato, artista plástico e cineasta baiano, diretor do primeiro longa-metragem de animação realizado na Bahia em1984, Boi Aruá. No intuito de compreender quais aprendizados sociais e imagens de memória possibilitam uma conexão entre elementos que se estabelecem nas imagens pictóricas estáticas e que, por conseguinte, se perpetuam em suas imagens em movimento, buscou-se interpretar quais interações sociais são recriadas em sua narratividade e plasticidade imagética que puderam indicar permanências na transição de sua expressão estática para o movimento do cinema de animação. O percurso teórico-metodológico está estruturado em um diálogo entre o conceito de memória social de Fentress e Wickham da sociobiografia de Chico Liberato, consoante às considerações de Norbert Elias. Possibilitando o entendimento da complexidade mnêmica que atua nesse processo criador cinematográfico do artista que se estabelece também como traços de resistência.
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