A polivalência como banalização da educação no ensino de arte e políticas públicas: como ser 4 sendo 1? / Polyvalence as the banalization of education in teaching art and public policies: how to be 4 being 1?
DOI:
https://doi.org/10.34117/bjdv7n3-617Keywords:
Banalização da Educação. Políticas públicas. Ensino de arte. Polivalência.Abstract
O propósito do artigo é discutir questões relevantes no tocante à banalização da educação, sobretudo, no que se refere às ciências humanas e sociais e, como ponto focal – a arte. Propõe questões abertas para discussão sobre políticas públicas na atuação do profissional de arte frente ao paradigma da formação/atuação. Discute a atuação de outros profissionais na área de arte, especificamente, em sala de aula assim como discute a questão da polivalência – como ser 4 sendo 1, relacionando a temática ao capitalismo neoliberal e ações dele decorrentes, onde cada vez mais as pessoas necessitam ser híbridas, múltiplas em suas funções – ou seja, a falácia do proativo. Como por exemplo, o livro didático de arte em volume único e com todas as linguagens e conteúdo não-cronológicos, o que pode ser encarado como uma tentativa de hibridismo, porém, falta formação continuada para os arte-educadores compreenderem e aplicarem tal proposta, se de fato for essa a intenção. O artigo ilustra também a questão do analfabetismo funcional, discutindo a relação com a leitura e interpretação de textos – compreensão do que se está lendo, e isso em textos comuns. Quando essa leitura passa para a arte, é quase inviável uma resposta positiva em alfabetismo visual, pois a sala de aula se banalizou de tal forma que provocar possibilidades de aprendizagem nos dias de hoje tem se tornado tarefa cara aos educadores brasileiros. Há uma sedução por importar tecnologias, modismos norte-americanos nos jovens brasileiros e a escola não está acompanhando essa avalanche de novidades a que os alunos são bombardeados a todo momento com tanta informação mal direcionada.
References
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