Morte encefálica: causas da não doação de órgãos em um hospital referência no sul de Minas Gerais
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv7n4-241Keywords:
obtenção de tecidos e órgãos, transplante de órgãos, transplante de tecidos, morte encefálica, transplanteAbstract
Este estudo examina a doação de órgãos no Hospital das Clínicas Samuel Libânio, Minas Gerais, entre 2013 e 2022. Dos 180 potenciais doadores avaliados, apenas 81 se tornaram efetivos, resultando em uma taxa de sucesso de doação de 45%. A média de idade dos casos de morte encefálica foi de 44,6 anos, com 45% do sexo feminino e 55% do sexo masculino. As principais causas de morte foram Acidente Vascular Encefálico (58,33%) e Traumatismo Cranioencefálico (22,78%). Em relação às causas de não doação, 27,27% foram classificadas como "outros", 24,24% foram devido à contraindicação pela causa mortis, e 22,22% foram por opção prévia do potencial doador. Durante a pandemia de COVID-19 em 2020, houve um decréscimo significativo nas doações com uma taxa de sucesso na doação de apenas 20,83%, uma redução de 45,83% em relação ao ano anterior. Esses resultados destacam os desafios enfrentados na doação de órgãos e a necessidade de estratégias para superá-los.
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