Degradação in situ da matéria seca de silagens de milho (Zea mays L.), sorgo (Sorghum bicolor, L. Moench), milheto [Pennisetum glaucum (L.) R. Brown] e girassol (Helianthus annuus L.)
DOI:
https://doi.org/10.34188/bjaerv9n4-009Palavras-chave:
genótipos, incubação, desaparecimento, degradabilidade efetivaResumo
O estudo objetivou-se em avaliar a degradação da matéria seca (MS), de silagens produzida com diferentes materiais genéticos de milho, sorgo, milheto e girassol pelo método in situ. As forragens foram cultivadas no IFCE campus Crato no Cariri cearense, sendo o material ensilado em mini silos de PVC. Após 60 dias de fermentação, foram abertos e coletados amostras para determinação de pH e MS, sendo parte das amostras moídas e pesados três gramas e incubados em sacos de náilon em um bovino fistulado no rúmen, as incubações foram realizadas em diferentes períodos, sendo: 6, 48 e 96 horas, após a retirada os sacos foram lavados e secos em estufa a 60 °C por 72 h e determinado os percentuais de degradação efetiva da MS. O ensaio se deu em delineamento inteiramente casualizado com dezesseis tratamentos e cada saco incubado correspondendo a uma repetição. Das silagens avaliadas houve diferença estatística na degradação da MS entre as culturas utilizadas. Entre as silagens de milho houve diferimento quanto ao desaparecimento da MS entre os períodos de 48 e 96 horas. Quanto a silagens de sorgo, essas se comportaram semelhantemente, onde obteve-se média de 55,48% de degradação efetiva da MS. As silagens produzidas de diferentes materiais genéticos de milheto, obteve-se diferença na desaparição da MS. Nas silagens produzidas de girassol foi notada diferença na degradação da MS apenas depois das 96 h. Das culturas utilizadas o milho, sorgo e girassol tiveram resultados de degradação semelhantes, enquanto a silagem de milheto ADR 500 apresentou bons resultados para degradação.
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