Milho probiotado, silagem de grão de milho reidratado e fubá na dieta de vacas leiteiras
DOI:
https://doi.org/10.34188/bjaerv9n3-291Palavras-chave:
consumo, leveduras, probióticos, ruminantesResumo
Objetivou-se avaliar o fornecimento de milho probiotado comparando-o com fubá de milho e a silagem de grão de milho reidratado em dietas de vacas leiteiras. O experimento foi realizado no IF Sudeste MG – Campus Rio Pomba, foram utilizadas nove vacas mestiças em lactação, distribuídas em três quadrados latinos (3x3), balanceados de acordo com o período de lactação e a produção de leite. Os tratamentos se constituíram de uma dieta base e a essa dieta base foi adicionado 0,5 kg de fubá; 0,5 kg de milho probiotado e 0,5 kg de milho reidratado em base de matéria seca (MS), constituindo os tratamentos. Foram mensurados o consumo de matéria seca, a produção de leite, a composição do leite, comportamento ingestivo, crescimento de leveduras e também o saldo financeiro. Foram feitas análises de variância e teste de média entre as variáveis avaliadas em delineamento em quadrado latino adotando-se o nível de 5% de significância. Não foram observadas diferenças significativas (P > 0,05) para o consumo de matéria seca total e de nutrientes, produção e composição do leite propondo que os diferentes processamentos do milho quando fornecidos em 0,5 kg (MS) não levam a um efeito relevante nessas variáveis analisadas. Sobre análise financeira o tratamento que obteve melhor custo benefício foi o com 0,5 kg de fubá. Nas quantidades e condições testadas sugere-se o uso do fubá de milho na inclusão de dietas de vacas leiteiras devido à menor mão-de-obra para confecção e maior saldo financeiro.
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