Qualidade microbiológica e análise da rotulagem de xampus para uso infantil

Autores

  • Gabriela Scalcon
  • Fabiana André Falconi
  • Helena Teru Takahashi Mizuta

DOI:

https://doi.org/10.34188/bjaerv9n2-156

Palavras-chave:

análise, qualidade microbiológica, xampu para uso infantil

Resumo

O artigo aborda a avaliação da qualidade microbiológica e da rotulagem de xampus infantis, considerando o crescimento do mercado de cosméticos e a importância da segurança desses produtos para um público mais vulnerável. Foram analisadas dez amostras de xampus adquiridas em Cascavel (PR), submetidas a testes microbiológicos e à verificação dos rótulos conforme a legislação vigente. As análises microbiológicas incluíram a contagem de microrganismos e a pesquisa de patógenos como Staphylococcus aureus, Escherichia coli e Pseudomonas aeruginosa. Os resultados demonstraram que todas as amostras estavam dentro dos limites permitidos e não apresentaram microrganismos patogênicos, indicando que os produtos são seguros para uso infantil. Em relação à rotulagem, todos os xampus atenderam aos requisitos legais obrigatórios. No entanto, foi identificada dificuldade na clareza da informação sobre a faixa etária, sendo que apenas uma parte das marcas indicava explicitamente a idade mínima de uso. Também foram observados aspectos adicionais, como legibilidade dos rótulos, presença de informações sobre sustentabilidade (como produtos veganos e reciclabilidade) e elementos que facilitam a compreensão pelo consumidor. O estudo conclui que, embora os produtos estejam microbiologicamente adequados e, em sua maioria, em conformidade com a legislação, melhorias na clareza das informações — especialmente sobre a faixa etária — são essenciais para garantir maior segurança no uso. Além disso, destaca-se a relevância crescente das práticas ESG como fator de valorização pelos consumidores.

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Publicado

2026-05-13

Como Citar

Scalcon, G., Falconi , F. A., & Mizuta, H. T. T. (2026). Qualidade microbiológica e análise da rotulagem de xampus para uso infantil. Brazilian Journal of Animal and Environmental Research, 9(2), e87066. https://doi.org/10.34188/bjaerv9n2-156

Edição

Seção

Artigos originais