Critérios de auditoria técnica para a autorização de OPME (auditoria de órteses, próteses e materiais especiais): uma análise sobre o controle de custos e a segurança do paciente
DOI:
https://doi.org/10.34188/bjaerv9n2-021Palavras-chave:
OPME, auditoria em saúde, controle de custos, segurança do pacienteResumo
Este estudo analisa os critérios de auditoria técnica aplicados à autorização de órteses, próteses e materiais especiais (OPME), com ênfase na relação entre controle de custos e segurança do paciente. Trata-se de uma pesquisa de natureza qualitativa, desenvolvida por meio de revisão bibliográfica, que buscou compreender os principais desafios e estratégias adotadas na gestão desses insumos no contexto hospitalar. Os resultados evidenciam que as OPME representam um dos principais componentes de custo nas instituições de saúde, exigindo processos rigorosos de controle, padronização e avaliação técnica. A auditoria surge como ferramenta essencial para garantir a conformidade das solicitações, a adequação clínica dos materiais e a transparência nos processos de autorização, contribuindo para a redução de desperdícios e inconsistências. Além disso, destaca-se a importância da atuação interdisciplinar, da utilização de protocolos institucionais e da adoção de ferramentas de gestão de risco, como estratégias que fortalecem a qualidade assistencial. Observa-se ainda que a ausência de critérios padronizados e falhas nos fluxos organizacionais podem comprometer tanto o equilíbrio financeiro quanto a segurança do paciente. Nesse sentido, a integração entre gestão, assistência e auditoria é fundamental para promover decisões mais assertivas e sustentáveis. Conclui-se que a auditoria técnica em OPME desempenha papel estratégico na melhoria dos serviços de saúde, ao alinhar eficiência econômica com cuidado seguro, contribuindo para uma assistência mais qualificada e centrada no paciente.
Referências
CAMARGO, T. A. Custos de órteses, próteses e materiais especiais em hospital brasileiro. 2017. Disponível em: https://repositorio.unesp.br/bitstreams/42d4bffd-d2c0-408a-808c-e59bec7d8385/download. Acesso em: 23 mar. 2026.
CASSIMIRA, L. A. Estratégias para auditoria de enfermagem em OPME. Saúde e Desenvolvimento, 2020. Disponível em: https://www.cadernosuninter.com/index.php/saude-e-desenvolvimento/article/view/1484. Acesso em: 23 mar. 2026.
CHEN, L.; WANG, R. Platform surveillance, mental health and risk among workers. Traffic Injury Prevention, 2026. Disponível em: https://www.tandfonline.com/doi/10.1080/15389588.2025.2608842. Acesso em: 23 mar. 2026.
COSTA, J. C. R.; SOUSA, P. L. C. Atuação do farmacêutico na gestão de OPME. Research, Society and Development, 2023. Disponível em: https://rsdjournal.org/rsd/article/view/42924. Acesso em: 23 mar. 2026.
HATAYAMA, M.; MAJ-SWISTAK, D. Regulation of platform-based work. World Bank Reports, 2024. Disponível em: https://openknowledge.worldbank.org/server/api/core/bitstreams/53856f74-da42-4c12-a60a-c51d52932ddc/content. Acesso em: 23 mar. 2026.
HUSSAIN-KHAN, S.; REUBEN, S.; MEYER-WEITZ, A. Work perceptions of gig workers globally. Administrative Sciences, 2026. Disponível em: https://www.mdpi.com/2076-3387/16/2/98. Acesso em: 23 mar. 2026.
KARIVELIPARAMBIL, A. et al. Invisible burdens of platform work. Global Health Action, 2026. Disponível em: https://www.tandfonline.com/doi/10.1080/17482631.2026.2644577. Acesso em: 23 mar. 2026.
MACEACHEN, E.; MEYER, S. B.; MAJOWICZ, S. J. Perceived health and job risks faced by digital platform workers. American Journal of Industrial Medicine, 2022. Disponível em: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/ajim.23409. Acesso em: 23 mar. 2026.
MADI, M. R.; RAMOS, M. P. Aplicação do método FMEA no fluxo de OPME. Revista de Administração em Saúde, 2023. Disponível em: https://cqh.org.br/ojs-2.4.8/index.php/ras/article/view/344. Acesso em: 23 mar. 2026.
MARTINS, P. R. N.; DAHINTEN, B. F. O problema envolvendo as OPMEs e os planos de saúde. Revista de Direito da Saúde, 2016. Disponível em: https://www.academia.edu/download/69024664/114650.pdf. Acesso em: 23 mar. 2026.
NIU, R.; ABU BAKAR, R.; JAYASINGAM, S. Job quality in the gig economy. Cogent Business & Management, 2026. Disponível em: https://www.tandfonline.com/doi/10.1080/23311975.2026.2619205. Acesso em: 23 mar. 2026.
PINHEIRO, F. F. A.; PINTO, A. G. A. Atuação do enfermeiro no gerenciamento de OPME. Cadernos Ibero-Americanos de Direito Sanitário, 2017. Disponível em: https://www.cadernos.prodisa.fiocruz.br/index.php/cadernos/article/view/1041. Acesso em: 23 mar. 2026.
PINHEIRO, L. L. S. Estudo de revisão sobre gerenciamento de OPME. Revista Brasileira de Inovação Tecnológica em Saúde, 2020. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/reb/article/view/18764. Acesso em: 23 mar. 2026.
SHARMA, S.; MITTAL, A.; SEEMA, S. Platform work and employee well-being. Kybernetes, 2026. Disponível em: https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/K-08-2025-1870/full/html. Acesso em: 23 mar. 2026.
SILVA, C. I. F.; BALLARDIN, R. A. Fluxo logístico das órteses e materiais especiais em hospital. Textos para Discussão, 2020. Disponível em: https://www.periodicos.unis.edu.br/textosparadiscussao/article/view/364. Acesso em: 23 mar. 2026.
SOUZA, M. G. S.; SOUZA, C. G. Glosas de materiais especiais em hospital privado. ID on line Revista Multidisciplinar, 2016. Disponível em: https://idonline.emnuvens.com.br/id/article/view/461. Acesso em: 23 mar. 2026.
VIEIRA, G. F. C.; SILVA, J. C. O. Desafios no gerenciamento de órteses, próteses e materiais especiais (OPME). Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 2025. Disponível em: https://bjihs.emnuvens.com.br/bjihs/article/view/5878. Acesso em: 23 mar. 2026.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
- O conteúdo dos artigos é de responsabilidade exclusiva dos autores.
- É permitida a reprodução total ou parcial do conteúdo dos artigos, desde que citada a fonte.
- Artigos com plágio serão recusados, e o autor do plágio perderá o direito de publicar nesta revista.
- Os nomes e endereços informados nesta revista serão utilizados exclusivamente para os serviços prestados por esta publicação e não estão disponíveis para outros fins ou a terceiros.
- Depois de enviar os artigos, os autores cedem os direitos autorais de seus artigos ao BJAER. Se você se arrepender da submissão, o autor tem o direito de solicitar ao BJAER que não publique seu artigo. Porém, essa solicitação deve ocorrer até dois meses antes da divulgação do número que o artigo será publicado.
- O BJAER usa a licença Creative Commons CC BY. Informações sobre esta licença podem ser encontradas em: https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/br/
Brazilian Journal of Animal and Environmental Research (BJAER) se reserva o direito de efetuar nos originais alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical, com vistas a manter o padrão culto da língua, respeitando, porém, o estilo dos autores. Os trabalhos finais não serão enviadas aos autores.