Efeito de esterco de caprino na produção de alface
DOI:
https://doi.org/10.34188/bjaerv9n1-151Palavras-chave:
Lactuca sativa L., hortaliças, produtividadeResumo
O presente estudo foi desenvolvido no Departamento de Tecnologia e Ciências Sociais (DTCS) da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), na cidade de Juazeiro-BA, em campo no período de março a maio de 2023. O delineamento adotado foi em blocos casualizados (DBC), com os tratamentos: T1-Adubação com Ureia (0,025 g); T2-Esterco (2,5 L m²) + Ureia (0,025 g); T3-Esterco (5,0 L m²) + Ureia (0,025 g); T4-Esterco (7,5 L m²) + Ureia (0,025 g); T5-Esterco (2,5 L m²); T6-Esterco (5,0 L m²); T7-Esterco (7,5 L m²). A colheita foi realizada 40 (quarenta) dias após o plantio e as variáveis analisadas foram; altura da parte área (APA); diâmetro da parte área (DPA); massa fresca da parte área (MFA); massa fresca de raízes (MFR) e massa fresca total (MFT). Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas entre si utilizando o teste de Tukey, ao nível de significância de 5% de probabilidade.
Os tratamentos com esterco caprino se assemelham com o uso de adubação química do ponto de vista da estatística. É possível produzir alface de maneira satisfatória, com menor custo só com emprego de esterco de caprino.
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