Patógenos emergentes e manejo preventivo em colubrídeos mantidos em cativeiro
DOI:
https://doi.org/10.34188/bjaerv8n4-189Palavras-chave:
colubrídeos, patógenos emergentes, biossegurança, manejo, prevenção sanitáriaResumo
As serpentes pertencentes à família Colubridae compõem um dos grupos mais diversos de répteis, com ampla distribuição geográfica e expressiva variedade ecológica e comportamental. Embora geralmente não apresentem peçonha de relevância médica, a manutenção desses animais em cativeiro exige atenção rigorosa às práticas de manejo e biossegurança.
A criação de colubrídeos em zoológicos, criadouros legalizados e instituições científicas tem contribuído para o avanço dos estudos sobre biologia e sanidade de répteis. No entanto, essa prática também evidencia desafios relacionados à disseminação de patógenos emergentes, especialmente em ambientes com falhas de controle sanitário.
Entre as enfermidades mais recorrentes destacam-se as infecções bacterianas, fúngicas e parasitárias incluindo ectoparasitas, endoparasitas e hemoparasitas geralmente associadas a condições inadequadas de temperatura, umidade, higiene e alimentação.
O presente trabalho tem como objetivo revisar os principais patógenos que afetam colubrídeos em cativeiro, ressaltando medidas preventivas e práticas de manejo e biossegurança que assegurem a manutenção da saúde e o bem-estar desses animais.
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