Análise da variação da perda de carga em conduto forçado devido a dispersão de bioincrustação marinha

Autores

  • Ana Beatriz Guerra Drumond Lage
  • Giselle Cristina de Sá
  • Ana Letícia Pilz de Castro
  • Vinicius Carvalho Teles
  • Luiz Alberto Pereira das Neves Franco
  • Dener Medeiros Fagundes
  • Lucas Fernandes de Sousa Pessoa
  • Hyasinthe Evrad Simiké Boulos
  • Mariana Lopes Pinto
  • Philip von Pritzelwitz
  • Paulo Henrique Vieira Magalhães

DOI:

https://doi.org/10.34188/bjaerv8n2-007

Palavras-chave:

bancada de fluxo, perda de carga, bioincrustações

Resumo

As cracas são consideradas as principais vilãs entre os organismos marinhos, devido às incrustações formadas por essas, a resistência hidrodinâmica nas embarcações é afetada de forma significativa. O objetivo do estudo foi fazer uma comparação da perda de carga de um conduto forçado, não circular, com diferentes vazões e diferentes distribuições de cracas artificiais em uma placa. Os testes foram realizados na bancada de fluxo física desenvolvida no laboratório de hidráulica da Universidade Federal de Ouro Preto. A bancada consiste em tubulações circulares e uma seção retangular, onde as placas foram colocadas para realização dos testes. Os ensaios foram conduzidos com cinco vazões diferentes e as diferenças de pressão obtidas foram registradas por um manômetro diferencial. Os resultados mostraram que a perda de carga aumenta com a distribuição mais espaçada das cracas, enquanto as cracas aglomeradas resultam em menor perda de carga. Logo, concluiu-se que a distribuição das cracas tem um impacto significativo na perda de carga, e amostras com cracas mais aglomeradas resultaram em uma menor resistência ao escoamento.

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Publicado

2025-04-10

Como Citar

Lage, A. B. G. D., Sá, G. C. de, Castro, A. L. P. de, Teles, V. C., Franco, L. A. P. das N., Fagundes, D. M., Pessoa, L. F. de S., Boulos , H. E. S., Pinto, M. L., Pritzelwitz , P. von, & Magalhães, P. H. V. (2025). Análise da variação da perda de carga em conduto forçado devido a dispersão de bioincrustação marinha. Brazilian Journal of Animal and Environmental Research, 8(2), e78926. https://doi.org/10.34188/bjaerv8n2-007

Edição

Seção

Artigos originais