Coeficiente de digestibilidade da proteína bruta e taxa de passagem de dietas vegetais para frangos de corte com variação na composição química e presença de enzimas exógenas
DOI:
https://doi.org/10.34188/bjaerv8n1-155Palavras-chave:
avicultura, aditivos enzimáticos, nutrição, proteína brutaResumo
Parte dos nutrientes da dieta é excretada devido à presença de fatores antinutricionais em alguns alimentos. Este estudo teve como objetivo determinar o coeficiente de digestibilidade total e ileal da proteína bruta, bem como a taxa de passagem de dietas com diferentes composições químicas, suplementadas ou não com um complexo enzimático, em frangos de corte. Não foi observado efeito do complexo enzimático sobre o coeficiente de digestibilidade da proteína bruta (P>0,05). No entanto, os coeficientes de digestibilidade ileal da proteína bruta apresentaram diferenças significativas (P<0,05) dentro de cada grupo (com ou sem suplementação enzimática). O tratamento controle com adição do complexo enzimático apresentou menor coeficiente de digestibilidade ileal da proteína bruta (P<0,05) em comparação ao tratamento controle sem a suplementação. A taxa de passagem não diferiu entre os tratamentos (P>0,05). Conclui-se que a inclusão do complexo enzimático, composto por carbonato de cálcio, extrato de Yucca, protease, fitase e celulase, em dietas vegetais para frangos de corte, não influenciou os coeficientes de digestibilidade nem a taxa de passagem.
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