Aspectos clínicos e ultrassonográficos de feto mumificado em égua: relato de caso
DOI:
https://doi.org/10.34188/bjaerv8n1-116Palavras-chave:
equinos, perda embrionária, problemas reprodutivos, reprodução animalResumo
O agronegócio é impulsionado por técnicas de manejo cada vez mais avançadas para garantirem a eficiência nos resultados planejados. Nesse sentido, cresce a importância dos estudos que atendam as demandas do setor reprodutivo da equinocultura, uma vez que essa área garante o sucesso de uma criação inteira. A morte fetal e a natimortalidade são temas inseridos que impactam diretamente na produção de equinos pois, se representarem um alto índice em uma criação, causarão prejuízos econômicos, além de desperdício de tempo e trabalho para o produtor rural. O objetivo desse artigo é demonstrar que o controle biológico da reprodução de equinos é primordial para que as perdas fetais e as absorções embrionárias sejam combatidas e prevenidas. O foco deste trabalho consiste em apresentar a relação do manejo inadequado, das deficiências nutricionais, das predisposições genéticas e de agentes infecciosos com a perda de produtos, gerando os prejuízos citados anteriormente. Serão tratados o manejo correto e as técnicas inovadoras de uma estratégia profilática que podem mitigar esses impactos negativos. Empregando comparações entre práticas de manejo e observação, esse artigo visa comprovar que a medicina veterinária pode contribuir para objetivos do agronegócio, além de, paralelamente, cuidar do bem-estar animal. Por intermédio do relato de caso simples, esse artigo descreve o emprego da clínica veterinária e de ultrassonografia em uma égua da raça quarto de milha como experiência de sucesso para a criação. Como resultado da discussão serão apresentadas a relevância desse diagnóstico adequado aliado ao manejo produtivo como fatores indutores de uma eficiente equinocultura.
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