Avaliação da germinação das sementes de milho SHS 7939 pro 3 com diferentes tipos de água

Autores

  • Verônica Lorena Nunes Mota
  • Wagner da Cunha Siqueira
  • Teodózio Wesley Almeida Rodrigues
  • Wendel Penedo Pimenta
  • Selma Alves Abrahão
  • Andreza Rodrigues Santos
  • Laura Thebit de Almeida
  • Deilma Manuela Ferreira Mendes

DOI:

https://doi.org/10.34188/bjaerv8n1-107

Palavras-chave:

potencial germinativo, irrigação, teste de Tukey

Resumo

Este trabalho teve como objetivo analisar a germinação das sementes de milho (Zea mays L.) SHS 7939 PRO 3 utilizando diferentes tipos de água. O milho, pertencente à família Poaceae, é uma das principais culturas agrícolas do Brasil, com ampla adaptação climática e importância tanto para o consumo animal quanto humano. O experimento foi conduzido no Laboratório de Armazenamento e Beneficiamento de Grãos e Sementes do IFNMG-Campus Januária, utilizando 2000 sementes divididas em cinco tratamentos: água mineral comercial, água do Rio São Francisco, água da COPASA, água do poço artesiano do IFNMG-Campus Januária e água destilada. A germinação foi avaliada ao longo de 21 dias, e os dados foram analisados estatisticamente. Os resultados mostraram que todos os tratamentos proporcionaram altas taxas de germinação, variando de 94% a 96%, com destaque para as águas mineral comercial, do Rio São Francisco e da COPASA. A análise de variância (ANOVA) e o teste de Tukey indicaram que não houve diferenças significativas entre os tratamentos, sugerindo que todas as fontes de água testadas são eficientes para a germinação das sementes de milho SHS 7939 PRO 3. Conclui-se que os agricultores podem utilizar qualquer uma das fontes de água testadas para a irrigação, sem comprometer o potencial germinativo das sementes.

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Publicado

2025-02-25

Como Citar

Mota, V. L. N., Siqueira, W. da C., Rodrigues, T. W. A., Pimenta, W. P., Abrahão, S. A., Santos, A. R., Almeida, L. T. de, & Mendes, D. M. F. (2025). Avaliação da germinação das sementes de milho SHS 7939 pro 3 com diferentes tipos de água. Brazilian Journal of Animal and Environmental Research, 8(1), e77903. https://doi.org/10.34188/bjaerv8n1-107

Edição

Seção

Artigos originais