Composição do leite de vacas crioulas de origem patagônica. Resultados preliminares
DOI:
https://doi.org/10.34188/bjaerv7n4-137Palavras-chave:
proteína, grasa, lactosaResumo
Las primeras vacas lecheras argentinas fueron de raza criolla. Se distribuyeron en todas las provincias, aportando leche para consumo directo y materia prima para manteca, dulce de leche y quesos regionales. Con la importación de razas lecheras especializadas a fines del siglo XIX, perdieron protagonismo como lecheras. La Facultad de Ciencias Agrarias de la UNLZ, posee un plantel de bovinos criollos de origen patagónico, procedentes del Parque Nacional Los Glaciares, que ha evolucionado en condiciones de asilvestramiento y se adaptó a un clima frío y húmedo. No encontramos ningún trabajo que describa la composicion láctea de las vacas de nuestra raza pionera. Se ordeñaron seis vacas criollas de origen patagónico de cinco años de edad promedio y dos vacas Holando Argentino como testigos. Durante el ordeñe se mantuvieron sobre un pastizal natural serrano en la escuela agropecuaria Nro 1 de Tornquist. Al cuarto día postparto los terneros se destetaron. Las vacas se ordeñaron diariamente en tambo mecánico en horas del mediodía, suministrándoles a cada vaca durante el ordeñe 2,35 kg de suplemento alimentario. El control lechero regional, tomó muestras de leche de las ocho vacas, siendo analizadas en el laboratorio Lacle, utilizando los procedimientos habituales. Los resultados promedios expresados en gr/100ml para las vacas Criollas y para la Holando Argentino fueron respectivamente: Grasa: 0,94 y 2,76. Proteína: 7,38 y 5,43. Lactosa: 1,19 y 3,93. Sólidos Totales: 8,56 y 12,65. Sólidos No Grasos: 8,12 y 9,89. En promedio las Criollas patagónicas mostraron mayor porcentaje de proteína y menor grasa y lactosa.
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